Irão: Ministra portuguesa do Ambiente confia em "retoma da normalidade" no preço dos combustíveis
Os preços dos combustíveis em Portugal deverão descer na próxima semana
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O exército israelita confirmou que atacou alvos em todo o sul do Líbano, esta quinta-feira à noite. Os ataques ocorrem num momento em que foram adiadas as conversações de paz agendadas para esta sexta-feira entre os EUA, Irão e países mediadores.
O Exército israelita anunciou hoje a morte de quatro dos seus soldados, mortos em operações no sul do Líbano.
Estes ataques ocorreram apesar do memorando de entendimento assinado pelos Estados Unidos e pelo Irão, que estabelece a cessação das hostilidades também no país mediterrânico.
JD Vance disse que planeia participar no processo negocial, a decorrer na Suíça, levantando a hipótese de viajar já no próximo fim de semana.
Os países têm agora 60 dias para aprofundar os pontos e alcançarem um cessar-fogo definitivo.
Joana Ricarte defende que Israel tem “toda uma identidade nacional que é construída com base na perseguição histórica”, o que justifica a “capacidade de mobilização” da guerra. Além disso sem ela Netanyahu já teria, provavelmente, sido julgado por corrupção.
Lisboa e Riade defendem que deve ser cumprido o Direito do Mar e o regresso "à situação de liberdade de navegação" em Ormuz, antes do conflito no Médio Oriente.
As legislativas estão agendadas para o próximo mês de outubro e Netanyahu procura garantir um quarto mandato consecutivo.
O acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irão será assinado na Suíça na sexta-feiro. Seguem-se mais sessenta dias de negociações para o memorando final.
O primeiro-ministro diz ainda esperar que o entendimento permita "a reabertura do estreito de Ormuz, o regresso à via diplomática para fazer face ao programa nuclear de Teerão e o fim dos ataques iranianos aos países vizinhos".
Presidente do BCE sublinhou que, apesar de tentativas anteriores não terem produzido acordos bem-sucedidos, "parece que desta vez é a certa".
"O acordo de Donald Trump não nos vincula (...), não somos parte deste acordo. Não garante a nossa segurança", declarou Itamar Ben-Gvir através das redes sociais.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros vão decidir se cortam todas as relações comerciais com os colonatos israelitas na Cisjordânia, uma medida que precisa de ser aprovada por unanimidade.
A presidência francesa do G7 tem como prioridade fomentar a convergência para reduzir os desequilíbrios económicos globais e o chefe de Estado francês quer dar um novo impulso às relações entre o G7 e a China.
Acordo de paz deverá incluir um compromisso do lado iraniano em não obter armas nucleares e em reabrir o Estreito de Ormuz.