Supremo espanhol abre porta para o regresso de Carles Puigdemont a Espanha
A decisão permite ao antigo presidente catalão regressar a Espanha sem ser detido por este mandado, mas ainda não equivale à aplicação da amnistia.
A decisão permite ao antigo presidente catalão regressar a Espanha sem ser detido por este mandado, mas ainda não equivale à aplicação da amnistia.
Manifestações estendem-se há vários dias, na sequência do chumbo de medidas de apoio à habitação pelo parlamento.
PP, Vox e Juntos pela Catalunha anunciaram esta sexta-feira que iriam votar contra os dois decretos aprovados pelo conselho de ministros do governo socialista.
Foi convocado pelo Sindicato de Inquilinos e desencadeado pelo despejo de uma mulher de 87 anos do apartamento de Madrid onde vivia há décadas.
Dois elementos dos Mossos d'Esquadra foram detidos na quinta-feira por suspeita de terem ajudado o líder separatista a abandonar o centro de Barcelona sem ser detido.
Líder separatista marcou presença junto ao parlamento catalão onde hoje devia tomar posse o novo presidente regional, o socialista Salvador Illa. Falou em público, mas escapou à Operação Jaula que estava montada para o deter. Dois agentes foram detidos.
Foi aprovada com 177 votos a favor e 172 contra.
Congresso espanhol aprova investidura do candidato do PSOE, com 179 votos a favor.
Isabel Díaz Ayuso estava na tribuna dos convidados quando foi filmada pela câmara do parlamento. Esta quinta-feira, ocorre o voto de investidura de um novo governo Sánchez.
Pedro Sánchez, que conta também com o apoio do Sumar e de separatistas do País Basco e da Galiza, conseguiu um acordo com os catalães do ERC e Junts per Catalunya em troca de amnistia para os condenados pelas tentativas da Catalunha de ser independente desde 2012.
Audições estão marcadas para 2 e 3 de outubro. Feijóo pede novas eleições, que podem ocorrer caso Sánchez não consiga formar governo.
Congresso não deu a maioria simples ao líder do PP de que este precisava. Rei deve convidar PSOE a tentar investidura.
Duas resoluções conjuntas de ERC e Junts determinam as condições para líder do PSOE poder formar governo. Mas Feijóo ainda tem outra tentativa.
Evento será encerrado por Alberto Núñez Feijóo, líder do PP, que tentará a investidura apesar de não ter votos suficientes.
O líder do PP foi indicado pelo rei como candidato a presidente do governo. Porém, o PSOE aposta na investidura com apoios do Junts e ERC, em troca de apoio para formar governo.
Vox também terá uma audição com Filipe VI, que irá decidir se avança com um nome para presidir o governo que terá que ser votado no parlamento.