Dos jobs for the boys ao bairro do Talude: o melhor desta edição da revista SÁBADO
Chegou esta quarta-feira às bancas.
Chegou esta quarta-feira às bancas.
Leia também sobre os jobs for the boys em Setúbal e o regresso do Bairro do Talude.
Integrantes da lista de Maria das Dores Meira foram postos em cargos de chefia. Há ainda casos de familiares. Executivo recusa favorecimentos e fala de “mérito do percurso profissional”
O governo parece preso num “pântano”, sem iniciativa política e a reboque dos acontecimentos. Como se tivesse sumido a tensão inicial ou tivessem, simplesmente, esgotado as ideias que tinham. De lá para cá, reduz-se à gestão corrente e nem nisso são bons.
A discussão sobre a corrupção em Portugal balança entre a gritaria ensurdecedora e o silêncio sepulcral.
O jornalista da SÁBADO Alexandre R. Malhado explica o histórico de “jobs for the boys” do Chega, o partido que prometeu acabar com os "tachos" na política nacional.
Luís Campos e Cunha testemunhou na Operação Marquês.
Ministros de Montenegro ordenaram várias auditorias a serviços do Estado. Nuno Cunha Rolo refere que auditorias trazem quase sempre vantagens e Adelino Maltez diz que muitas são "marteladas".
As nomeações partidárias, os “jobs for the boys” e a apropriação do dinheiro da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa são práticas que duram ali há quase 200 anos, explica a historiadora.
Para um país ter uma boa governação, é necessário não apenas uma democracia funcional e bons políticos, mas também instituições públicas dotadas de técnicos competentes e neutros.
Vereadora socialista renunciou ao mandato em Loulé na sequência de incidentes graves e pouco depois a câmara de Portimão (PS) fez-lhe um polémico ajuste direto. Ela diz que a suspeição é "insultuosa".
Os boys do PS e os grandes senhores do dinheiro e da influência mandam muito mais do que ele. António Costa deve estar ansioso por uma crise política que lhe permita sair com dignidade e viajar para Bruxelas, onde é respeitado e elogiado.
O que Portugal precisa para os próximos anos é de ministros que estejam quietos e não caiam na tentação de aparecer e de apresentar obra. Este é o tempo de deixar a sociedade civil crescer e emancipar-se em relação à omnipresença do Estado.
Neste enorme eco em que se tornaram as redes sociais, não aprendi nada sobre os candidatos ou as suas propostas, mas fiquei a saber o que já sabia e vi de tudo, menos o que realmente importa. Talvez porque aquilo que importa tenha estado ausente de cada debate. O que tem, cada um dos candidatos e partidos para me oferecer?
Com os números de Covid-19 a aumentar, os dois antigos ministros da Saúde fazem um raio-X ao SNS e recordam: Portugal é dos países mais envelhecidos da Europa. Não poupam críticas: o País está refém das Finanças, o Governo não separou a política da saúde pública e ser moderado tornou-se um estigma.
Meio dia de congresso e já deu para perceber que o PSD está com um fractura exposta. Em vez de um partido, Rui Rio ganhou uma cruz para carregar