Força Aérea nigeriana erra alvo e mata mais de 100 pessoas em ataque contra jihadistas
Os ataques aéreos já mataram pelo menos 500 civis desde 2017, de acordo com um recenseamento da AP das mortes relatadas.
Os ataques aéreos já mataram pelo menos 500 civis desde 2017, de acordo com um recenseamento da AP das mortes relatadas.
Trump de 2026 rebentou com tudo o que Trump do primeiro mandato e até o Trump da campanha para 2024 tinham jurado: passou de "Presidente da Paz" e do "America First" para mais um Presidente dos EUA a fazer uma guerra no Médio Oriente. E logo no Irão. Não foi para isto que a base MAGA votou nele. Mas grande parte desses eleitores nem percebe que foram enganados. A América vai pagar caro este aventureirismo irresponsável. Pior: vai sobrar para nós.
Primeiro-ministro disse ser "contra este desastre" e pediu que os EUA, Israel e Irão cessem as hostilidades.
Uma comentadora televisiva, com queda para a comédia involuntária, achou por bem apresentar Jesus como palestiniano, apesar de a Palestina romana datar de 135 d.C., ou seja, depois da crucificação de Cristo e da brutal repressão das revoltas judaicas pelo imperador Adriano.
Os Estados Unidos designaram recentemente a Nigéria como “país de particular preocupação” ao abrigo da Lei da Liberdade Religiosa Internacional.
Um dos supostos autores do ataque de domingo em Bondi Beach, uma praia popular nos arredores de Sydney, contra pessoas que participavam num evento comemorativo da comunidade judaica, tinha licença para porte de armas.
Milhares de pessoas manifestaram-se na terça-feira em várias cidades ao longo da costa síria para denunciar a recente violência contra a minoria alauita.
Nas redes sociais, o Presidente norte-americano prometeu ação militar para proteger cristãos – e abriu uma guerra diplomática na região.
Cerca de 300 voluntários de 44 países fazem parte do esforço para levar ajuda humanitária ao enclave palestiniano.
Foi condenado a 18 meses de prisão com pena suspensa.
A Síria, governada pelo clã Assad há várias décadas, está sujeita a sanções internacionais desde 1979. Estas sanções foram reforçadas depois de o regime de Bashar al-Assad ter reprimido os protestos pró-democracia em 2011, que desencadearam a guerra.
O Governo sírio é chefiado pelo antigo líder jihadista Ahmad al-Sharaa, cujo movimento Hayat Tahrir al Sham (HTS) liderou a ofensiva que no final do ano passado depôs o antigo Presidente sírio Bashar al-Assad.
A medida foi anunciada uma semana após Trump anunciar que todas as sanções impostas pelos Estados Unidos vão ser suspensas.
O encontro entre os líderes dos EUA e da Síria é o primeiro em 25 anos, e representa um ponto de viragem para o país do Médio Oriente.
A jornalista Susanne Kaiser analisa o movimento Incel, defende que se trata de terrorismo contra as mulheres e que é preciso agir. A extrema-direita está por trás de tudo.
Ahmed al-Sharaa tem uma Constituição à medida da ambição que o levou da guerra jihadista à pose de estadista conciliador. Os 1.500 alauitas mortos em cinco dias mostram que o puzzle ainda é explosivo.