Sábado – Pense por si

O trágico paradoxo ucraniano

A Ucrânia resiste e colocou novos problemas à Rússia. Mas isso está a levar a uma contradição: Putin, cheirando a vulnerabilidade de Kiev pela falta de intercetores, tenta disfarçar os seus próprios erros escalando nos crimes contra a população ucraniana. No Médio Oriente, a trilateral Arábia Saudita-Turquia-Paquistão gera uma nova equação de segurança regional: sem os EUA e com sinais claros a Teerão, Telavive e, atenção, também a Nova Deli.

Mulher segura uma bandeira iraniana no centro de Teerão, Irão
Lusa

Irão executou 1.639 pessoas em 2025

A Iran Human Rights e a organização Juntos contra a pena de morte alertaram que o recurso à pena de morte pelo Irão poderá aumentar devido à guerra desencadeada por Israel e Estados Unidos.

Cuidados intensivos

Caderneta de cromos

Uma comentadora televisiva, com queda para a comédia involuntária, achou por bem apresentar Jesus como palestiniano, apesar de a Palestina romana datar de 135 d.C., ou seja, depois da crucificação de Cristo e da brutal repressão das revoltas judaicas pelo imperador Adriano.

Inimigos do novo presidente não suportam os novos tempos de mulheres de cabelo ao vento, cruzes nas igrejas e bares com licenças para vender álcool
Tiago Carrasco

Idlib, uma reportagem no bastião da revolução síria

Foi sempre a cidade que Bashar al-Assad não conseguiu dominar. Ahmed al-Sharaa tomou o poder da região como um terrorista ligado à Al-Qaeda que raptava cristãos e executava prostitutas. Há um ano, saíu de lá mais moderado para derrubar o regime e assumir os destinos do país. O que se passou em Idlib para o presidente mudar?

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