Sábado – Pense por si

A Wonder  Braz está  estacionada na Quinta da Fonte até ao fim de abril
Sofia Parissi

O triunfo do mono-produto

Num mundo apressado, há cada vez mais espaços a apostar tudo num só produto. Das propostas tradicionais às mais irreverentes, veja alguns dos exemplos.

José Maria  Ricciardi morreu no dia 24 de março, por volta das 23h. Tinha  71 anos
Ana Taborda

Ricciardi: a vida do banqueiro que dançava samba e colecionava canários

Foi procurar um médico nos EUA, fez tratamentos na Fundação Champalimaud, e enquanto a doença permitiu continuou a trabalhar, a caçar e a ver jogos do Sporting. Já doente, marcou reuniões para refundar um banco com a marca Espírito Santo. Tinha 6 anos quando decidiu ser banqueiro - e já não mudou de ideias. Como nunca desistiu de casar com uma mulher que tinha três filhos.

Beatriz Guerra, de 19 anos, em ação no campeonato da Europa de BTT – Melgaço, 27 de julho de 2025
Carlos Torres

As maiores promessas do ciclismo português

São jovens, mas já têm muitos êxitos no currículo. Inês, Beatriz, Gonçalo e Daniel sonham em participar nas maiores corridas, como o Tour e o Giro, e em chegar aos Jogos Olímpicos.

"Na pandemia o 'Ensaio sobre a Cegueira' foi um dos livros mais requisitados. Saramago é uma potência absolutamente mundial. Tem de estar sempre"

"Na pandemia o 'Ensaio sobre a Cegueira' foi um dos livros mais requisitados. Saramago é uma potência absolutamente mundial. Tem de estar sempre"

O escritor Gonçalo M. Tavares esteve no NOW e criticou duramente o programa escolar português, que prevê apenas um livro obrigatório por ano, classificando a situação como "absolutamente ridícula". Gonçalo M. Tavares defendeu que a literatura é fundamental para o ensino da língua portuguesa, pois coloca em movimento toda a potência da linguagem, incluindo ambiguidade, ironia e humor. O autor destacou que ensinar gramática sem literatura é "como ensinar a jogar futebol sentados" e disse que os alunos devam ler no mínimo cinco livros por ano, citando exemplos internacionais como França, que recomenda dez livros anuais, e Espanha, com cinco. O escritor defendeu também que José Saramago, "patrimônio mundial", deve continuar obrigatório nas escolas portuguesas e sublinhou ainda é "lido em todo lado".

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