Trump diz estar "próximo" de decidir "ataque massivo" no Irão
Ataque poderá ser "maior do que nunca", disse presidente dos Estados Unidos.
Ataque poderá ser "maior do que nunca", disse presidente dos Estados Unidos.
O movimento Houthi do Iémen afirma ter lançado um ataque com míssil contra Israel e avisa que navios ligados ao Estado israelita voltarão a ser alvo das suas ações no Mar Vermelho.
A resposta alemã surge na sequência do apelo de Donald Trump para que os países afetados pelo bloqueio do Estreito de Ormuz garantissem a segurança da navegação.
António Gueterres exige a libertação imediata dos trabalhadores.
A Força Aérea Israelita divulgou, este domingo, imagens que, segundo indicam, mostram caças a partir em direção ao Iémen. Os ataques atingiram a capital do Iémen poucos dias depois de os rebeldes Houthi, apoiados pelo Irão, terem disparado o que os militares israelitas descreveram como a primeira bomba de fragmentação lançada pelos rebeldes desde 2023.
Os confrontos já duram há décadas, mas só agora começaram a voar os mísseis. Especialistas acreditam que Israel se esteja a aproveitar do enfraquecimento iraniano para ganhar vantagem.
O diretor da revista The Atlantic foi incluido num grupo da plataforma Signal onde estavam vários representantes séniores da administração Trump, como o vice-presidente e o secretário de Defesa. No grupo foram discutidos planos de ataque contra a milícia Houthi no Iémen.
O jornalista foi adicionado a um grupo onde foram partilhados detalhes sobre o ataque ao Iémen, incluindo hora, armass a ser usadas e alvos. Casa Branca reconheceu erros.
Num discurso televisivo, Abdul-Malik Al-Houthi garantiu que o grupo está preparado para adotar medidas "mais perturbadoras e dolorosas", caso as operações militares norte-americanas na região prossigam.
Oussama Hamdane considerou que o míssil houthi, que caiu hoje no centro de Israel sem causar vítimas, é "uma mensagem para toda a região de que Israel não é uma entidade imune".
EUA e Reino Unido ponderam atacar bases militares no Iémen, enquanto o Irão já enviou um destroyer para o Mar Vermelho. Conflito agudiza-se no Médio Oriente.
Grandes transportadoras e petrolíferas anunciaram o desvio das suas rotas, o que pode causar atrasos no comércio internacional e o aumento de preços. Responsáveis pelos ataques, que ainda não afundaram nenhum navio, são os Hutis que exigem fim dos ataques israelitas em Gaza.
Região está a ser afetada pelo conflito entre Israel e o Hamas. Disparos podem ter vindo do Iémen, mas não é claro.
Anfetaminas, exaustão militar e a reorientação estratégica dos Emiratos Árabes Unidos e da Arábia Saudita, em busca de um compromisso de segurança com o Irão, abriram caminho à reintegração política na Liga Árabe.
Organizações sublinham que não encontraram provas que sustentatassem a indicação de que o alvo era uma instalação militar, mas que se tratava, sim, de um centro de detenção.
Qassem Soleimani foi um dos homens mais influentes da história recente do Irão, Iraque, Síria e Líbano. Em 2018 tinha lançado uma ameaça a Trump: "Irá começar a guerra, mas nós vamos acabá-la".