D. Sebastião. O rei menino, beato e heróico
Aclamado rei aos 3 anos, foi educado por jesuítas e adorava relatos históricos de grandes batalhas. Ia à missa todos os dias e evitava o contacto com as mulheres.
Aclamado rei aos 3 anos, foi educado por jesuítas e adorava relatos históricos de grandes batalhas. Ia à missa todos os dias e evitava o contacto com as mulheres.
Conheceu o País, reformou o exército e avançou para o Norte de África para travar os otomanos e ganhar o respeito da Europa cristã. Falhou o casamento e a sucessão.
Tornou-se no salvador da pátria que um dia irá regressar ao reino.
O mito começou a ser construído no dia em que nasceu: era a última esperança da coroa para um herdeiro. Não conheceu os pais e cresceu entre a disciplina dos jesuítas, o gosto pelo treino militar e a interferência do tio, Filipe II de Espanha. Foi morto em batalha, mas o Reino nunca o quis aceitar.
Antigo estaleiro naval, São Martinho do Porto transformou-se na praia favorita dos aristocratas do Ribatejo e das Beiras. Tomavam o chá no areal, faziam regatas e apanhavam lagostas na baía
É youtuber, tem quase um milhão de seguidores e explora temas históricos através de episódios caricatos, como aquele em que corsários desempregados fundaram a República dos Piratas de Nassau.
Há uma diferença entre insultar e inventar mentiras e, sobre o primeiro caso, eu tenho um curso completo como alvo, como “cavalgadura ignorante”, “historiador de vão de escada”, “comunista”, “senil”, “com Alzheimar”, “que vive do pote” e “nunca trabalhou na vida”. Também sei de onde vêm estes insultos, sei o papel de nomes falsos e bots.
Devemos ter medo da IA ou apenas ficar fascinado com o que aí vem? Claro que a resposta abrange as duas vertentes e muitas mais. Aprendamos, entretanto, com os alertas e as indignações de Julia Ioffe sobre Putin e sobretudo sobre Trump. Nunca normalizemos o atual Presidente dos EUA. Porque não, isto não é mesmo inevitável.
Intitulado "O Canto do Cisne: Diana, a minha irmã", o livro chega às livrarias portuguesas no dia 22 de setembro.
Enfim, se calhar temos todos de começar a pensar seriamente na resposta que tem de ser dada à seguinte pergunta: estamos hoje melhor do que estávamos no tempo do governo da Geringonça?
Fomos à procura das histórias secretas de 10 palácios, em Lisboa e Cascais e no Porto. E ainda: os mitos e as verdades da creatina; as novas formas de sushi, dos burritos aos hambúrgueres.
Pertenceram a importantes famílias aristocráticas, que receberam reis e rainhas e as figuras mais ilustres de diferentes épocas, nos seus salões e jardins. Há os que ainda são habitados por nobres, os que foram transformados em museus ou sedes de instituições e os que estão ao abandono.
Fenómeno repete-se a 12 de agosto, entre as 18h30 e as 20h23.
O historiador Francisco Bairrão Ruivo é o convidado desta semana do podcast Teoria do Caos. Autor do livro “As FP-25 e o Pós-Revolução - Normalização e Violência Política”, que nasceu da pesquisa para o filme Projecto Global (de Ivo Ferreira), o historiador aborda a sua pesquisa sobre o projeto terrorista de extrema-esquerda que abalou o país na década de 1980.
O compositor Alfredo Keil foi o terceiro habitante da vila, no final do século XIX. A sua casa mantém-se intacta, assim como a capela de onde ainda hoje parte a Nossa Senhora da Praia. Diz-se à boca cheia que a Portuguesa, a música de onde saiu a canção nacional, nasceu com vista para estas águas agitadas.
Não é a primeira adaptação do poema épico de Homero, mas é a mais vistosa. E entre críticas e percalços, algumas polémicas têm sido também uma odisseia.