Sábado – Pense por si

A fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807
Ana Taborda

A inédita fuga da família real para o Brasil

Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.

Cuidados intensivos

O método na loucura

No Irão, a mesma coisa: se a China é cliente premium do petróleo iraniano (com desconto), talvez seja hora de Teerão mudar de clientela e, já agora, ter outros modos à mesa, deixando de alimentar grupos terroristas que têm sangue americano e israelita nas mãos.

André Mountbatten-Windsor foi detido a 19 de  fevereiro, no  dia do seu 66.º aniversário, por suspeitas de  má conduta
Luísa Oliveira

André, o príncipe mais que imperfeito

Nem ser o preferido da rainha-mãe o salvou de cair em desgraça. A descida aos infernos do único membro da família real britânica, da era moderna, a ser detido pelas autoridades.

Sónia Bento

As revelações dos criados da família real britânica

Carlos e William exaltam-se com facilidade, Kate é a apaziguadora e o príncipe André foi capaz de dispensar um funcionário por ter um sinal no rosto. Estes são alguns dos segredos revelados por empregados da Casa Real, no novo livro de Tom Quinn.

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