Sábado – Pense por si

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Destaque capa
Ana Taborda

Negócios: como as grandes famílias preparam os herdeiros

Os Mello fizeram uma revisão do protocolo com a quinta geração, Paula Amorim tem o filho mais velho a trabalhar com ela na Amorim Luxury, a ZU é liderada por um neto de Belmiro de Azevedo. Todos trabalharam fora primeiro, e a maioria teve experiências internacionais

Ana Taborda

Paula Amorim: O império do luxo, a vida na Comporta e as polémicas

Tem gabinete na Galp e na sede da Amorim Luxury, dona do JNcQUOI Club e dos restaurantes com a mesma marca. A partir de Lisboa, os sócios rumam ao Carvalhal e chegam à praia de buggy elétrico. É junto a esta aldeia que está a construir 64 villas que já lhe valeram algumas guerras. Não são as únicas: no mundo da moda há quem lhe chame Lady Rolha – em alusão à cortiça, o primeiro negócio da família.

Bruno Faria Lopes

O percurso sombra do preferido do PS

António Vitorino esteve ligado a mais de uma dúzia de empresas, abriu portas entre o poder político e o económico e já foi visado em várias polémicas.

Alexandre R. Malhado

As peripécias dos senhores cônsules honorários

Horta e Costa repatriou salvadorenhos, Sousa Lara passou vistos a lesotianos e Bragança Fernandes foi ver o Benfica. As aventuras de políticos e empresários como cônsules honorários.

Ricardo Santos

Estes são os vencedores do Prémio Nacional de Enoturismo

A primeira edição do evento distinguiu os melhores entre dez categorias. De norte a sul e ilhas, descubra as escolhas de mais de 250 jurados especializados. Um evento com o apoio das revistas SÁBADO e SÁBADO Viajante.

SÁBADO

Vem aí o Prémio Nacional de Enoturismo

A primeira edição do evento decorre a 17 de junho. Júri vai distinguir os melhores profissionais e projetos da área. SÁBADO e SÁBADO Viajante são parceiros da APENO - Associação Portuguesa de Enoturismo neste projeto.

Maria Henrique EspadaAlexandre R. Malhado

Costa e Rio: Defeitos e virtudes do próximo primeiro-ministro

Um meteu-se na política quando ainda dava erros de português e nunca mais saiu. Gosta de negociações e de puzzles, políticos e dos outros. O professor que lhe deu 17 viria a achá-lo um otimista irritante. O outro é teimoso, bem-humorado e um otimista. Ceder para agradar não é o seu estilo. Hoje as eleições jogam-se entre estes dois homens.

António José Vilela

O plano ruinoso do Montepio no negócio dos navios

O fisco suspeitou de uma insolvência dolosa, mas os tribunais não lhe deram razão até porque o banco liderado por Tomás Correia nunca se queixou. A compra de barcos de cruzeiros usou um intermediário, o empresário Rui Alegre, e deixou um buraco de mais 100 milhões de euros.

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