A tragédia e o dinossáurio de Alvaiázere
Ora a água, ora o fogo, tudo levam e neste transe português é um desacerto pensar apenas em assacar fatalidades ao clima.
Ora a água, ora o fogo, tudo levam e neste transe português é um desacerto pensar apenas em assacar fatalidades ao clima.
Em 2003, quando substituiu Francisco Louçã na AR, a candidata do ADN lutou pelos direitos dos reclusos (que hoje reprime), combateu as alterações climáticas (que hoje chama de "fraude") e defendia a imigração (que hoje quer deportar).
O que falta para encher o resto do copo é, por um lado, preservar as conquistas do projeto europeu relativamente à paz, ao progresso e à prosperidade e, por outro, encontrar a unidade e a ambição para fazer o que ainda não foi feito.
Estamos naquela fase de pré-campanha em que se contam espingardas e se escolhem os campos de inimizade (fundamental ou acessória) e aliança. Uma eleição, em sociedades decentes, não uma guerra. Mas não deixa de ser um conflito
Não vai ser fácil o futuro do PS, mesmo que se possa prever a possibilidade de ser outra vez o primeiro partido. Mas sem maioria absoluta, quer à direita, quer à esquerda, a instabilidade é muita.
Para todos aqueles que acham que o drama da imigração através do Mediterrâneo se resolve com uma política de braços abertos e gestos magnânimos de solidariedade, eis que surge a realidade nua e crua de Lampedusa.
Os líderes da ONU, Estados Unidos e Brasil já discursaram perante a Assembleia-Geral da ONU. Os desafios climáticos são outro tema que marca as intervenções.
No G20, antes e depois, algo se move no terreno pantanoso da Ucrânia. Cheira a guerra, cheira a paz, cheira a política. Mas convém dar nomes às coisas, no campo de batalha das palavras.
Estudo da associação ambientalista Zero dá conta de que a não recolha adequada dos gases de refrigeração dos frigoríficos levou à libertação de 78,6 toneladas desses gases.
Cientistas da Finlândia dedicaram-se ao estudo depois do calor que assolou a Sibéria em 2020. As conclusões são muito preocupantes.
Nos últimos anos várias empresas internacionais tornaram públicas as suas metas para a redução do impacto ambiental. Um estudo realizado pelo New Climate Institute revela que muitas não estão a cumprir com os objetivos.
O agravamento das alterações climáticas voltou a verificar-se em 2020, com vários indicadores a atingirem recordes.
A situação de Portugal "é agravada pela exposição a eventos meteorológicos extremos, como ondas de calor conjugadas com secas associadas a condições de enorme redução da humidade e à subida do nível do mar.
Estudo aponta para alterações irreversíveis que indiciam perda de estabilidade do sistema de correntes, causadas pelo aumento de temperaturas originado pelos gases de estufa.
Últimos cinco anos foram os mais quentes para os oceanos desde que há registo - e 2019 o que teve uma subida maior em relação ao ano anterior.
Navegação Aérea de Portugal deu "luz verde" ao projeto para aumentar a capacidade aeroportuária de Lisboa dos atuais 44 para até 72 movimentos por hora.