Luís Neves no Ministério da Administração Interna: um polícia ao serviço da República
Luís Neves não é um político. É um polícia. E essa distinção, que pode parecer semântica, constitui na verdade o ponto fulcral da sua nomeação.
Luís Neves não é um político. É um polícia. E essa distinção, que pode parecer semântica, constitui na verdade o ponto fulcral da sua nomeação.
Bem-vindos às histórias dos inquilinos da Judiciária e do projeto Monsanto; às denúncias anónimas e à guerra com os diretores e à traição de Amadeu Guerra; às birras à porta, no carro e o passe social; aos telefonemas irados e às mensagens indiscretas e à ordem de despejo. E ainda ao novo mundo dos copos grandes e das sociedades pequenas; aos dias em que se arrastaram mobílias e à música de Vivaldi.
Para os comunistas, a data representa a derrota (às mãos de Ramalho Eanes, de Mário Soares e do Grupo dos Nove) de uma "insurreição popular armada" que queria implementar em Portugal uma sociedade de inspiração soviética.
O milhão e tal de votos obtidos pelo partido de André Ventura não tornam a sua ideologia menos repulsiva para quem defende os Valores Éticos da Democracia e do Estado de Direito.
O advogado dos iraquianos afirma que a justiça aceita terrorismo interno "que verdadeiramente flagelou Portugal (FP-25 de Abril)", mas que condena terrorismo que nunca vivenciou.
A pobreza monetária é um travão ao desenvolvimento social, mas também económico que põe em causa a coesão social. E sem coesão social não se concretiza o conceito de Estado moderno. Mas o que vemos hoje é um País que deixa muitos para trás.
Vai presidir o regulador e ficar atento aos cartéis de crise, que, a pretexto da inflação, aumentam os preços. O filho do ex-procurador-geral da República não teme as lutas – à semelhança do pai.
Mas o ICA será o último a saber. O realizador Ivo Ferreira cancelou o início das filmagens do "Projeto Global" sem anunciar nova data. O produtor diz que tem reuniões marcadas com o financiador público para explicar a situação.
Luís Gobern Lopes tinha a alcunha de “Anarquinho” e esteve em mais de cem assaltos e em ações de execução. No PRP e na origem e direção das FP 25 de Abril - “Há pessoas que estiveram metidos nas merdas até ao pescoço e agora dizem que são contra as mortes.”
Num momento de radicalização da vida política, o modo como se “está” com o 25 de Abril reflecte a crescente dureza do conflito político, entre a esquerda e a direita, para usar um dualismo redutor.
Com receio de uma invasão da URSS, a República Federal Alemã assinou com Portugal uma série de acordos secretos para criar, em Beja, uma base de retaguarda para as forças alemãs. Graças a isso, Salazar conseguiu suportar o esforço de guerra em três frentes no Ultramar.
Sócrates, Vara e Guterres não o pouparam no PS. Entrou em guerra com Belmiro de Azevedo por causa do Colombo, vetou Marcelo para comissário da Capital da Cultura e Esteves Cardoso acusou-o de ser alcoólico.
Os despedimentos coletivos duplicaram em 2020. É o valor mais alto desde 2014, um total de 7.500 pessoas no olho da rua. A pandemia não é um assunto só médico como muitos já perceberam.
Para Vasco Lourenço, "os militares de Abril deixaram de estar na moda e deixaram de ser considerados" desde "há muitos anos" e deu como exemplo o facto de o ex-Presidente da República António Ramalho Eanes ter sido até hoje o único a ser nomeado conselheiro de Estado.
O Presidente da República disse que as polémicas em torno do percurso de Otelo Saraiva de Carvalho, depois do 25 de Abril, não pesaram para a decisão de não haver luto nacional e reiterou que cabe agora à história fazer a avaliação definitiva.
"Para mim, e apesar de todas as contradições, o Otelo tem direito a um lugar de proeminência histórica", defendeu o ex-presidente da República.