Henry Nowak: o caso que está a abalar o Reino Unido
Henry foi assassinado em Southampton. Tribunal condenou homicida, mas atuação da polícia (que não prestou auxílio a Henry) está a ser questionada depois de serem divulgados vídeos daquela noite.
Henry foi assassinado em Southampton. Tribunal condenou homicida, mas atuação da polícia (que não prestou auxílio a Henry) está a ser questionada depois de serem divulgados vídeos daquela noite.
Enfrentar Trump é um imperativo moral para quem quer preservar a Democracia. Por estes dias, há autênticos heróis que o fazem no Partido Republicano. São poucos e dois dos mais relevantes (Tom Massie e Bill Cassidy) perderam as primárias por causa disso. Sabem, como no passado souberam McCain e Romney, que é muito mais importante defender a honra e a clareza democrática do que se agarrar a um lugar político que se extingue e é efémero. Haja quem ainda assim seja.
A "guerra civil" no Partido Trabalhista pode significar o fim definitivo do bipartidarismo no Reino Unido. Mas quer dizer muito mais: deixou de ser possível governar ao centro e pode ser impossível impedir que quem beneficie do disparate do Brexit seja quem o tenha promovido. Ainda falta muito tempo para terminar a legislatura do Labour, mas talvez seja tarde para evitar o pior.
Como em Portugal e muitos outros países, a política britânica fragmentou-se. No caso, não só se regista a ascensão da extrema-direita e o crescimento dos partidos nacionalistas no País de Gales, Escócia e Irlanda do Norte, como mais recentemente, o surgimento dos Verdes, pela esquerda do Labour. Isto desafia um sistema eleitoral com círculos uninominais, que favorece fortemente o bipartidarismo e o voto útil.
O caso foi encaminhado para o comissário parlamentar responsável pela investigação pelo principal partido da oposição, o Partido Conservador, que argumenta que a doação deveria ter sido declarada a partir do momento em que Farage foi eleito para entrar no Parlamento.
O resultado das mais recentes eleições locais em Inglaterra e parlamentares no País de Gales e na Escócia podem ditar o futuro de um Reino Unido com o Partido Trabalhista fracassado e o Reform UK de Nigel Farage a subir.
A guerra com o Irão tem custado alguns apoios políticos a Donald Trump por parte da direita nacionalista europeia. O investigador Riccardo Marchi explica o verdadeiro motivo das críticas.
Surgem dissidências à direita da direita, cada vez mais extremas e cada vez menos eleitoralmente viáveis, como frutos que caem da árvore antes de maduros.
Por ter quebrado promessas e não ter até agora estado à altura de responder ao desafio de lutar "pela alma do nosso país" é de antever o pior para Keir Starmer.
A queixa de Donald Trump considera que, apesar das desculpas, a BBC "não demonstrou verdadeiro remorso pelos seus atos nem empreendeu reformas institucionais significativas para impedir futuros abusos jornalísticos".
As pessoas estão a desperdiçar talento em empregos socialmente irrelevantes, defende o historiador Rutger Bregman. É preciso fazer algo para combater os “sem-vergonha” e os “atuais líderes”, diz ainda.
Com o populista Nigel Farage cada vez mais uma ameaça, o primeiro-ministro inglês atacou as “fronteiras abertas” e entrada em massa de estrangeiros.
Neste processo de reconciliação entre europeus e britânicos há, pelo menos, dois riscos: o Presidente Trump e política doméstica em Inglaterra.
O cofundador da Microsoft deu uma entrevista ao The Times. Além das duras críticas que fez a Elon Musk apelou para que os países limitem a influência política das pessoas vindas de fora.
O Partido Conservador, a direita mais radical britânica e Elon Musk estão a utilizar uma rede de abuso sexual para atacar o primeiro-ministro britânico e o seu governo.
A Comissão Europeia (CE) insistiu hoje que Musk tem direito à liberdade de expressão, mas avisou que irá analisar qualquer risco para a democracia face às próximas eleições na Alemanha ao abrigo da Lei dos Serviços Digitais da UE.