Paz, IA e clima vão marcar a agenda da Assembleia Geral da ONU
Líderes dos 193 Estados-membro reúnem-se esta semana em Nova Iorque.
Líderes dos 193 Estados-membro reúnem-se esta semana em Nova Iorque.
Há alturas na vida de uma pessoa em que não vale a pena esperar mais por algo que se desejou muito, mas nunca veio. Na vida dos povos é um pouco assim também. Chegou o momento de nós, europeus, percebermos que é preciso dizer "adeus" à América. A esta América de Trump, claro. Sim, continua a haver uma América boa, cosmopolita, que gosta da democracia liberal, que compreende a vantagem da ligação à UE. Sucede que não sabemos se essa América certa (e, essa sim, grande e forte) vai voltar. Esperem o pior. Porque é provável que o pior esteja a chegar.
No próximo ano, Portugal pagará €3 mil milhões aos dois fundos europeus da troika, com quem continua a negociar, com vantagem, os prazos e as taxas.
A frustração gera ressentimento que, por sua vez, gera um individualismo que acharíamos extinto após a grande prova de interdependência que foi a pandemia da Covid-19.
O Estado de direito é um dos critérios de entrada na União Europeia, a par com a democracia e proteção dos direitos fundamentais, e nenhum Estado pode aderir à EU sem possuir esta qualificação.
Divergências foram poucas - a UE, a cassete da paz de Raimundo contra a defesa da Ucrânia de Tavares, pouco mais - e nenhum parecia querer hostilizar o parceiro. Unidos contra o "voto útil" no PS, acreditam numa nova "geringonça".
Analisando por género, os homens (UE 27,3) deixam a casa dos pais mais tarde do que as mulheres (UE 25,4), uma diferença acompanhada pelos 27 Estados-membros.
73% dos portugueses dizem nunca se exercitar ou praticar desporto. 5% fá-lo raramente.
Os pedidos de adesão de novos estados membro têm de ser aprovados pelos trinta países que fazem parte da organização internacional.
E a distância face aos critérios de entrada na UE também. A Ucrânia, a Moldávia e a Geórgia querem aderir, mas a lista de países há mais de uma década à espera do mesmo ilustra os obstáculos ao sonho.
Primeiro-ministro pediu a Bruxelas para estudar uma proposta para a redução temporária do IVA dos combustíveis devido à guerra na Ucrânia.
O dono dos supermercados Minipreço em Portugal, o violoncelista que é padrinho da filha mais velha de Putin e o porta-voz do presidente russo são alguns dos mais recentes nomes na "lista negra" das sanções europeias, que inclui ainda militares, jornalistas e apresentadores de TV.
O chefe da diplomacia europeia dá conta de um aumento da desinformação russa, apontando que tal constitui motivo de "grande preocupação" entre os 27 Estados-membro da UE.
Entre os principais países da UE, a poluição por partículas finas foi responsável em 2019 por 53.800 mortes prematuras na Alemanha, 49.900 em Itália, 29.800 em França e 23.300 em Espanha, de acordo com a Agência Europeia do Ambiente.
Na próxima segunda-feira, a ex-conselheira eleitoral da ONU no Afeganistão, Sónia Pereira de Figueiredo, vai reunir-se com o Ministério dos Negócios Estrangeiros. Leva uma lista de mais de 300 afegãos que trabalharam com os ocidentais e que estão a perder a esperança
Portugal tinha mulheres da política afegã na lista de resgate, mas nunca chegaram a território português. MNE confirmou que “conseguiram sair para outro país europeu”.