Israel ataca e "desmantelou" quartel-general da Força Espacial em Teerão
O exército israelita revelou ainda que "concluiu uma nova onda de ataques à capital iraniana".
O exército israelita revelou ainda que "concluiu uma nova onda de ataques à capital iraniana".
A força aérea foi “guiada por informações de inteligência detalhadas” e Ali Khamenei foi visado quando “se encontrava no seu complexo de comando central no coração de Teerão, juntamente com outros altos oficiais”.
Exército israelita disse ter atacado “centenas de alvos militares iranianos, incluindo lançadores de mísseis” na região ocidental do Irão.
Além dos conflitos armados, o crime organizado também tem sido particularmente letal para membros da imprensa.
Autoridade Palestiniana, o Hamas, o Egito e o Qatar rejeitaram a decisão de Israel de reabrir o processo de registo de terras na Cisjordânia ocupada.
Trump apontou novamente como exemplo o bombardeamento norte-americano de instalações nucleares iranianas durante a guerra de 12 dias iniciada por Israel em junho.
O advogado de profissão, de 47 anos e que se apelida a si próprio de "O tigre", pretende "dotar" as "forças públicas de armas de primeira geração, inteligência artificial, 'drones' e, claro, de orçamento, para aumentar os efetivos".
Esta decisão “surge na sequência de uma série de violações inaceitáveis das normas e costumes diplomáticos, que constituem uma violação direta da soberania da África do Sul”, afirmou o Ministério das Relações Exteriores.
Decisão assinada por Benjamin Netanyahu foi apenas apoiada pelo Taiwan. Liga Árabe reúne no domingo.
Neste caso, conselheiros de Netanyahu são suspeitos de terem recebido pagamentos de Doha para promover os interesses do Qatar em Israel.
Em suma, essas pessoas não amam verdadeiramente os seus filhos.
As autoridades israelitas recomendam que se evite grandes ajuntamentos que não tenham as devidas medidas de segurança, incluindo serviços religiosos em sinagogas.
Na próxima semana a lei do serviço obrigatório vai ser discutida no parlamento israelita, apesar do grande número de opositores, incluindo o partido de Benjamin Netanyahu.
"Israel não vai fazer nada com a Cisjordânia... não se preocupem com isso", afirmou o presidente norte-americano.
A lei foi aprovada no parlamento e aplaudida por ministros do executivo de Netanyahu.