Médio Oriente: 19 países condenam medidas israelitas para "anexação de facto" da Cisjordânia
Portugal é um dos países que considera "inaceitável" a expansão de colonatos em áreas sob o controlo da Autoridade Palestiniana.
Portugal é um dos países que considera "inaceitável" a expansão de colonatos em áreas sob o controlo da Autoridade Palestiniana.
A área E1 abrange cerca de 3% de toda a Cisjordânia ocupada e cria um triângulo entre Jerusalém, Belém e Ramallah.
A expansão de colonatos foi aprovada hoje pelo Gabinete de Segurança de Israel por proposta do ministro das Finanças, o ultrarradical nacionalista Bezalel Smotrich, e do ministro da Defesa, Israel Katz.
Imagens das 15 vítimas foram projetadas e o imigrante sírio Ahmed al-Ahmed, considerado um herói por ter lutado com um dos atacantes enviou uma mensagem a partir do hospital.
Washington observou que o governo espanhol impediu o acesso direto a pelo menos três embarcações norte-americanas em novembro de 2024.
Poder-se-á ir ao Estado da Palestina sem passar por Israel? Haverá retirada dos colonatos ilegais instalados em território palestiniano? Qual será o estatuto de Jerusalém? A lista de perguntas é enorme.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que a primeira fase do plano de paz para a Faixa de Gaza foi aceite pelo Hamas, que vai libertar os reféns, e por Israel, que deve retirar as forças para uma zona demarcada.
O presidente brasileiro garantiu ainda que já comandou a diplomacia brasileira a prestar “todo o auxílio para garantir a integridade” dos brasileiros.
“A verdade é que o Governo fez tudo aquilo que estava ao seu alcance", afirmou Luís Montenegro.
Campanhas dirigidas contra Mariana Mortágua mais não são do que inequívocos actos de misoginia e homofobia, e quem as difunde colabora com o que de mais cobarde, vil e ignóbil existe na sociedade portuguesa.
Um arremedo de estado num território em guerra cada vez mais exíguo e retalhado, com populações em fuga ou obrigadas a deslocação forçada, sem instituições capazes de assegurar em permanência funções administrativas básicas: esta é a realidade no terreno.
O modo como Portugal irá, daqui em diante, traduzir na prática este reconhecimento definirá se este foi um gesto de coragem ou de cobardia.
Benjamin Netanyahu chegou a Nova Iorque na quinta-feira e hoje vai discursar na Assembleia Geral da ONU.
"From the River to the Sea", desde o rio até ao mar é tudo deles, resumidamente, a convulsão de delírio consiste em varrer com Israel, a única democracia da região, única.
O desinteresse pelas autárquicas é sintoma de um problema maior: a democracia portuguesa está a tornar-se cada vez mais mediática e cada vez menos participativa.