Sobre o trabalho e sobre a pouca vida que sobra
O elogio do trabalho incessante começa já a ser o elogio do fim das oito horas de sono, desse desperdício tão antigo que alguém colocou na biologia do Homo sapiens.
O elogio do trabalho incessante começa já a ser o elogio do fim das oito horas de sono, desse desperdício tão antigo que alguém colocou na biologia do Homo sapiens.
Os actuais dirigentes do país, muito provavelmente por força de um revanchismo que, apesar de mascarado de “modernidade”, é cada vez mais indisfarçável, estão mais preocupados em destruir os equilíbrios sociais construídos na sequência do 25 de abril de 1974 e do 25 de novembro de 1975, do que em procurar encontrar soluções para debelar essas dificuldades, ou pelo menos minorar as suas consequências para os mais desfavorecidos.
De uma distopia literária na Culturgest ao concerto B Fachada na Casa Capitão, passando por uma comédia clássica no S. Luiz e jazz experimental no gnration, há boas razões para preencher a agenda.
Bruce Dickinson já foi piloto, escritor, empresário e esgrimista. Atualmente dá também palestras sobre inteligência artificial a convite da Microsoft. Fomos ouvi-lo.
O algoritmo não consegue detectar todos os jovens menores de 16 anos e muitos continuam a usar estas redes; outros usam a partir das contas dos pais e, pasme-se, alguns mentiram na idade. Quem diria? A Dinamarca vai seguir e França anunciou que vai avançar no mesmo sentido.
Há milhões de dólares apostados nas presidenciais portuguesas. As plataformas como a Polymarket vendem-se de forma virtuosa, mas vêm com riscos evidentes
As redes estão preparadas para alavancar o óbvio: emoção, contradição, discussão. O que nos provoca raiva ou indignação ganha uma força que a mesma história, contada de outra forma, não consegue alcançar. E, por isso, se queremos, realmente, fazer por mudar, o digital ajuda mas não chega.
Depois de "Breaking Bad" e "Better Call Saul", Vince Gilligan regressa com uma distopia luminosa sobre a felicidade obrigatória.
Mas, afinal, Trump quer tarifas ou não quer tarifas? O Presidente dos EUA ameaça esmagar a China com taxas alfandegárias e diz que isso é "tornar a América grande outra vez". O Presidente dos EUA encontra-se com o homólogo chinês, recua gloriosamente nas tarifas ao rival e declara enorme vitória. Aconteça o que acontecer, Trump autointitula-se vencedor do que ocorre. Porquê? Porque pode.
O debate sobre rendas já não é sobre rendas, menos ainda sobre política habitacional. É, cada vez mais, reflexo da distorção que a tecnologia provoca na percepção da nossa realidade.
Já vimos o novo filme do realizador de "Boogie Nights" e "Magnolia" e não temos dúvidas: é mais um candidato à lista de "grandes filmes da história do cinema". Chega aos cinemas quinta-feira, dia 25.
O novo filme do cineasta brasileiro Gabriel Mascaro, nos cinemas a partir desta quinta-feira, dia 4, é uma distopia em que "os velhos" são forçados ao exílio. Mas há uma mulher que resiste.
"The Studio", "The Penguin", "Adolescência", "Andor", "The Pitt", "The Last of Us" e "Hacks" são outras séries em destaque nas nomeações, reveladas esta terça-feira.
Tiago Rodrigues tinha adiantado que a peça regressaria aos palcos nacionais "no início de 2026" e confirmou-se: de 12 a 17 de janeiro, poderá ser vista na Culturgest, em Lisboa.
Pergunto aos bravos do pelotão que caminho devia ter a NATO e a Europa seguido. Recusar os 5%? Anunciar, alto e bom som, que a protecção militar americana já não é bem-vinda? Condenar Moscovo e aproveitar o embalo para substituir a ajuda militar de Washington com equipamento e até soldados europeus?
Intitulado de "The American", o programa iniciar-se-ia com a chegada de 12 participantes à Ilha Ellis, onde teriam de enfrentar vários desafios sobre a cultura americana. O prémio final seria a entrega de um passaporte americano no Capitólio.