Sábado – Pense por si

Dinai concretizou o seu plano homicida no dia 1 de fevereiro de 2016, quando a sua mulher chegou a Portugal
João Amaral Santos

Crime e castigo: a vida dupla do assassino

Dinai tinha mulher e filha no Brasil, mas namorava com Michelle em Portugal, onde trabalhava há mais de dez anos. Para esconder a vida dupla, matou três pessoas em Cascais e fugiu para a sua terra natal.

Fedorov e o dilema ucraniano

A "guerra assimétrica" com que a Ucrânia mudou a equação da agressão russa tinha em Fedorov uma das principais cabeças. A inovação tecnológica foi fundamental, mas Sirsky representa o lado mais pragmático e rígido de encarar o sacrifício militar. A queda do jovem ministro da Defesa mostrou que Zelensky percebe que uma guerra, mesmo com estes dados novos, continua ser uma guerra feita por militares. A Ucrânia já mostrou que consegue resistir a tudo. Resistirá, pois, a mais esta crise traumática.

As eleições são um momento de clarificação. Que os herdeiros de 1776 não se deixem vencer pelo esquecimento, sob pena de o oceano que nos une voltar a ser fronteira

A América refém do seu próprio legado

A nova edição do concurso anual da FLAD convidou jovens entre os 18 e os 23 anos a apresentarem um artigo original que explore um tema da política dos EUA, relacionando-o com o ciclo eleitoral de 2026. Eis o vencedor.

Fazer o correto e perder o lugar

Enfrentar Trump é um imperativo moral para quem quer preservar a Democracia. Por estes dias, há autênticos heróis que o fazem no Partido Republicano. São poucos e dois dos mais relevantes (Tom Massie e Bill Cassidy) perderam as primárias por causa disso. Sabem, como no passado souberam McCain e Romney, que é muito mais importante defender a honra e a clareza democrática do que se agarrar a um lugar político que se extingue e é efémero. Haja quem ainda assim seja.

Filomena Alves tem uma doença genética sem cura. Diz que o diagnóstico é “uma guilhotina sobre a cabeça”
Lucília Galha

Quando o diagnóstico faz mais mal do que bem

Há situações em que receber a notícia torna doentes pessoas que, até aí, eram saudáveis. Noutras, haver uma alteração pode não significar doença, mas já se instalou a dúvida. Será sempre melhor saber?

Como a Ucrânia tornou-se uma potência e ninguém percebeu?

A superioridade ucraniana começou a surgir não na linha da frente, eternamente congelada, mas na profundidade. Refinarias russas, depósitos de combustível, cruzamentos ferroviários, aeródromos e fábricas passaram a ser atingidos por uma combinação de drones baratos, inteligência artificial e mísseis de longo alcance.

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