Crime e castigo: a vida dupla do assassino
Dinai tinha mulher e filha no Brasil, mas namorava com Michelle em Portugal, onde trabalhava há mais de dez anos. Para esconder a vida dupla, matou três pessoas em Cascais e fugiu para a sua terra natal.
Dinai tinha mulher e filha no Brasil, mas namorava com Michelle em Portugal, onde trabalhava há mais de dez anos. Para esconder a vida dupla, matou três pessoas em Cascais e fugiu para a sua terra natal.
As obras forçaram a transferência de 12 mil pessoas. Muitas viviam em barracas e foram deslocadas para bairros como o Relógio e a Musgueira. A crise ficou à vista
Tudo indica que na próxima sexta-feira, dia 7, o rapper e cantor que revolucionou o hip-hop antes de chocar o mundo vai atuar no Estádio do Algarve. Proscrito em quase todo o lado, não em Portugal.
A União Europeia vai a banhos, mas dificilmente o verão será tempo de acalmia, sobretudo para os principais dirigentes europeus.
Mais à esquerda, inspirados por Mamdani e AOC, ou mais ao centro, olhando para o possível "milagre texano" de Talarico?
A "guerra assimétrica" com que a Ucrânia mudou a equação da agressão russa tinha em Fedorov uma das principais cabeças. A inovação tecnológica foi fundamental, mas Sirsky representa o lado mais pragmático e rígido de encarar o sacrifício militar. A queda do jovem ministro da Defesa mostrou que Zelensky percebe que uma guerra, mesmo com estes dados novos, continua ser uma guerra feita por militares. A Ucrânia já mostrou que consegue resistir a tudo. Resistirá, pois, a mais esta crise traumática.
Não há inteligência artificial responsável sem pessoas eticamente competentes. E quanto maior o risco ético, maior a exigibilidade de competência ética.
Entre a herança de 1776, o pecado original, a polarização política, o impacto de Donald Trump e o papel dos imigrantes portugueses, o politólogo Paul Christopher Manuel analisa os desafios atuais dos Estados Unidos.
A nova edição do concurso anual da FLAD convidou jovens entre os 18 e os 23 anos a apresentarem um artigo original que explore um tema da política dos EUA, relacionando-o com o ciclo eleitoral de 2026. Eis o vencedor.
Joana Ricarte defende que Israel tem “toda uma identidade nacional que é construída com base na perseguição histórica”, o que justifica a “capacidade de mobilização” da guerra. Além disso sem ela Netanyahu já teria, provavelmente, sido julgado por corrupção.
Para quem lida com a natureza de duplo uso destas ferramentas, o raciocínio é familiar e incómodo: as mesmas perguntas que são valiosas nas mãos de um profissional de cibersegurança ou de um investigador em biologia podem ser perigosas nas mãos de um agente malicioso.
Enfrentar Trump é um imperativo moral para quem quer preservar a Democracia. Por estes dias, há autênticos heróis que o fazem no Partido Republicano. São poucos e dois dos mais relevantes (Tom Massie e Bill Cassidy) perderam as primárias por causa disso. Sabem, como no passado souberam McCain e Romney, que é muito mais importante defender a honra e a clareza democrática do que se agarrar a um lugar político que se extingue e é efémero. Haja quem ainda assim seja.
Nos EUA, os dados são inequívocos: a confiança pública desabou de 57% em 2015 para 36% em 2024.
Há situações em que receber a notícia torna doentes pessoas que, até aí, eram saudáveis. Noutras, haver uma alteração pode não significar doença, mas já se instalou a dúvida. Será sempre melhor saber?
A superioridade ucraniana começou a surgir não na linha da frente, eternamente congelada, mas na profundidade. Refinarias russas, depósitos de combustível, cruzamentos ferroviários, aeródromos e fábricas passaram a ser atingidos por uma combinação de drones baratos, inteligência artificial e mísseis de longo alcance.
Miroshnik justificou o agravamento dos ataques russos contra o país vizinho, referindo que, neste contexto de guerra, a Rússia "tomará medidas máximas para proteger a sua população civil e impedir que Kiev cometa crimes de guerra".