Simon Park: "Os portugueses foram frequentemente considerados piratas"
Professor de Português Medieval e Renascentista na Universidade de Oxford, estimula o interesse dos alunos mostrando-lhes livros antigos sobre as tragédias da Expansão Europeia.
Professor de Português Medieval e Renascentista na Universidade de Oxford, estimula o interesse dos alunos mostrando-lhes livros antigos sobre as tragédias da Expansão Europeia.
Escolhida pela frescura no século XIV, a vila junto à costa Atlântica tornou-se residência dos monarcas portugueses durante o verão até à perda da independência. No séc. XIX ganhou fama mundial e foi palco de soirées, garden parties , piqueniques e jantares dançantes protagonizados pela alta sociedade.
Foi um local de oração e residência dos reis mais devotos. Pertenceu ao duque de Saldanha e a vários capitalistas até se tornar num dos resorts mais luxuosos do país. Agora voltou mudar de donos
A imperativa identificação e lealdade entre judeu e Estado de Israel levou a uma equivalência entre crítica à política governamental israelita e antissemitismo.
É pelo Estreito de Ormuz que passam os navios que transportam um quinto do petróleo mundial. Há 500 anos, os produtos eram outros e no estreito quem mandava era Portugal.
D. João II foi o rei que abriu a porta para as grandes descobertas e conquistas, casos da Índia e do Brasil, e cujos louros o seu sucessor, D. Manuel I, iria recolher. E ainda: quando pais e filhos sofrem de hiperatividade e défice de atenção: reportagem nas obras do teatro S. Carlos.
D. João II seguiu o legado do pai na exploração do Atlântico sul, controlou Castela com o Tratado de Tordesilhas e transformou o reino numa potência ao descobrir o caminho marítimo para a Índia
Nunca se ouviu falar tanto da Gronelândia como agora, mas os primeiros registos de habitantes da “terra verde" remetem à pré-história.
Num mapa de 1502, a bandeira portuguesa está plantada na Gronelândia. “Uma declaração de intenções”, explica o historiador João Paulo Oliveira e Costa.
Francisco José Viegas escreve sobre um destino que, 500 anos depois do seu descobrimento, os portugueses ignoram olimpicamente, o que é uma tristeza
Informações divulgadas por distrito inserem-se na campanha de prevenção rodoviária da PSP
Abramovich perdeu na Justiça europeia. Mas num Portugal servil e submisso terá sempre porto seguro.
Quarta é dia de revista nas bancas e saiba também mais sobre as valorizações nos mercados
Pero Vaz de Caminha descreveu o que as naus de Pedro Álvares Cabral encontraram ao rei D. Manuel I. Num documento de valor incalculável conhecemos as “gentes mansas e pacíficas”.
Era o nono sobrinho do rei, mas nunca sonhou reinar. Viu o seu irmão ser assassinado por D. João II, tornou-se influente e vai ser o primeiro monarca a ter tropas nos quatro continentes. Exuberante, não se lhe conhecem amantes, mas trabalhava com música tocada ao vivo. Passeava-se por Lisboa com um elefante e teve 13 filhos.
Tentou três vezes fazer a cruzada em Jerusalém, queria ouvir os relatos dos locais longínquos onde chegaram os portugueses e era um relações públicas do império - enviava cartas a espalhar as conquistas dos portugueses. Conhecido como o rei da pimenta, pôs toda a Europa a sonhar com os produtos exóticos que chegavam a Lisboa.