
A SÁBADO é todos os dias: "O Venturoso" D. Manuel e as bolsas
Quarta é dia de revista nas bancas e saiba também mais sobre as valorizações nos mercados
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Pero Vaz de Caminha descreveu o que as naus de Pedro Álvares Cabral encontraram ao rei D. Manuel I. Num documento de valor incalculável conhecemos as “gentes mansas e pacíficas”.
Era o nono sobrinho do rei, mas nunca sonhou reinar. Viu o seu irmão ser assassinado por D. João II, tornou-se influente e vai ser o primeiro monarca a ter tropas nos quatro continentes. Exuberante, não se lhe conhecem amantes, mas trabalhava com música tocada ao vivo. Passeava-se por Lisboa com um elefante e teve 13 filhos.
Exuberante, teve tropas em quatro continentes, passeava-se pelas ruas com elefantes e até enviou um ao Papa. 'Achou' o Brasil e pôs a Europa inteira a sonhar com Lisboa.
Recordamos a vida e os feitos do Rei, em cujo reinado se chegou à Índia e ao Brasil. E ainda: o diálogo Chega-PSD e as histórias das pessoas que têm hobbies extremos.
Tentou três vezes fazer a cruzada em Jerusalém, queria ouvir os relatos dos locais longínquos onde chegaram os portugueses e era um relações públicas do império - enviava cartas a espalhar as conquistas dos portugueses. Conhecido como o rei da pimenta, pôs toda a Europa a sonhar com os produtos exóticos que chegavam a Lisboa.
Fez questão de casar com a viúva do primo, depois com a irmã desta e quase abdicou com o desgosto da sua morte. Por fim, roubou a noiva do filho.
A 12ª Condessa deixou uma fortuna que, só no Alentejo, tinha mais de 50 propriedades. Ainda hoje se disputa a propriedade de um antigo cinema lisboeta, que, entre os herdeiros, tem vários Câmara Pereira e um nobre desaparecido.
O historiador defende que os Descobrimentos foram determinantes para colocar o País no mapa e que D. Manuel I foi o primeiro monarca global da História. Além disso, diz, não devemos julgar o passado.
Uma viagem às ilhas Atlânticas, dos paraísos da Ria Formosa aos Açores, das Berlengas a Cabo Verde – sem esquecer Madeira e Canárias. E ainda: historiador José Manuel Garcia defende o legado dos portugueses nos Descobrimentos; quem tem cancro, além da doença tem outro problema: falta de dinheiro para pagar as contas do dia a dia.
Nove séculos, 10 milhões de pessoas: o que nos distingue? Os leitores ditaram a ordem, numa votação online no site da SÁBADO. Ganhou a língua portuguesa (“a minha pátria”, para Pessoa), seguida pelo 25 de Abril, mas houve espaço para a saudade, o vinho e o bacalhau ou a trilogia Fátima, futebol e fado. Sabemos ver-nos ao espelho? Retrato em 21 imagens, uma por cada ano da SÁBADO.
Com 3 anos, o filho Henrique estreou-se nos atos oficiais. No fim do reinado, Sancho I e Teresa ajudaram-no a governar e a cumprir a missão de manter a estabilidade de Portugal.
Em Portugal, há 37 museus, palácios e conventos que os residentes (portugueses ou não) podem visitar gratuitamente, durante 52 dias deste ano. O que vale mesmo a pena? Falámos com alguns dos diretores dos monumentos e contamos-lhe.
Um típico capitão do mar que torturava para obter respostas, saqueava e matava, mas que também sabia conquistar aliados. Fiel à sua missão, recorria muitas vezes à “diplomacia da violência”
Pertencia a uma ordem militar religiosa e antes de descobrir o caminho marítimo para a Índia, cumpriu algumas missões para o rei, provando ser corajoso. Vasco da Gama era um líder nato e autoritário
Pertencia à baixa nobreza, não era piloto, mas um líder nato. Violento – foi responsável por ordenar o massacre de um navio com mulheres e crianças –, ameaçou D. Manuel I de que trocaria o País por Espanha se não o tornassem conde. Conseguiu. Viajou três vezes para a Índia e permitiu que Portugal comercializasse diretamente com o Oriente – é considerado o precursor da globalização. Morreu em Cochim, mas o seu último pedido foi regressar a Portugal.