Ainda há cartas de amor (em papel)
Nasceram na era dos telemóveis, mas nem por isso se perdem no scroll infinito. Preferem usar a mão para escrever missivas, muitas vezes de conteúdo romântico.
Nasceram na era dos telemóveis, mas nem por isso se perdem no scroll infinito. Preferem usar a mão para escrever missivas, muitas vezes de conteúdo romântico.
Mais de 325 mil pessoas foram retiradas das suas casas, em França e Espanha.
Um incêndio florestal aproximou-se de várias habitações, este domingo, na comuna de Les Arcs, no sul de França, levando as autoridades a ordenar evacuações. Os acessos à localidade foram encerrados e a situação continua a evoluir.
Os falhanços dos governos presididos por Luís Montenegro são evidentes e, pior do que isso, são muito graves, estando até, com a sua rendição ao programa político do Chega, a violar os direitos humanos fundamentais e a pôr em causa a Democracia.
A arma surgiu durante a Guerra Civil Espanhola e a partir daí tornou-se um símbolo de guerrilha. Foi essencial durante a Revolução Húngara (1956).
Cédric Prizzon está "fortemente indiciado" da prática de dois crimes de homicídio qualificado.
As tempestades têm afetado Portugal, Espanha, Marrocos e Itália.
Os manifestantes querem lutar "por um mundo onde todos tenham o suficiente para viver" junto dos participantes do Fórum Económico Mundial.
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Presidente garante que o país defenderá a sua soberania sobre os seus recursos naturais.
Ator e encenador, minhoto de Braga, apaixonado pelo teatro, fez cinema e atingiu a maior popularidade na televisão. Morreu aos 66 anos, vítima de cancro.
André Ventura disse finalmente aquilo que há tanto tempo ansiava: “Não era preciso um Salazar, eram precisos três para pôr o país em ordem”. Resta saber se esse salazarista conhece a fábula da rã que queria ser grande como um boi.
Começou a pagar a renda da casa aos 5 anos, entrou no teatro aos 10, esteve na Guerra Colonial e fundou uma companhia de teatro, A Comuna. Em 2021 despediu-se dos palcos, mas voltou. Ainda trabalha como ator e encenador - e não quer parar.
As zonas centrais de Lisboa e Porto apresentam preços proibitivos para quem quer comprar casa, por isso, a tendência passa por apostar nos arredores. E ainda: uma exposição sobre D. Amélia e uma entrevista ao encenador João Mota
O imobilismo, a resistência e o humor no silêncio de um homem que não sai de casa, para ver no Teatro Aberto, em Lisboa, a partir deste sábado, dia 20.