Sebastião Bugalho diz que vida dos portugueses "mudou para melhor" nos últimos dois anos
O vice-presidente do PSD enumerou, em seguida, diversas medidas, que na sua opinião deixam explícita uma resposta positiva à pergunta.
O vice-presidente do PSD enumerou, em seguida, diversas medidas, que na sua opinião deixam explícita uma resposta positiva à pergunta.
São sobretudo brasileiros e têm milhares de seguidores. Os vizinhos ensinam-nos a tratar do jardim, a apanhar cerejas e levam-nos aos almoços de domingo com a família.
Visitam os imóveis, tratam da burocracia com os bancos e até dão conselhos sobre a mobília que combina melhor com a casa. Ainda é um nicho de mercado em Portugal, mas já há quem tenha percebido que este pode ser um negócio com futuro.
A fórmula política (PS ou PSD, é tudo igual, aqui) é esta: aumenta-se o salário mínimo, mantêm-se os restantes salários quase iguais e proclama-se a valorização do trabalho.
O problema não reside apenas na qualidade dos políticos. Reside também na incapacidade do Estado em responder eficazmente às necessidades dos cidadãos. A burocracia continua excessiva, os processos administrativos são lentos.
O Banco de Portugal está a preparar alterações às medidas macroprudenciais, mas sublinha que o mais importante seria que estas fossem obrigatórias.
O problema não se resume aos preços. Há um desequilíbrio estrutural entre a oferta disponível e a procura de habitação, especialmente nos grandes centros urbanos e zonas costeiras, onde a pressão demográfica e turística é maior. A opinião de Nuno Afonso, CEO e fundador do Grupo Rio.
Primeiro as más notícias: na terça‑feira, as taxas de juro da dívida a cinco anos chegaram aos 9,02% e o País ficou apenas um nível acima de “lixo”, depois de a agência Standard & Poor’s ter voltado a baixar o rating. Agora as péssimas notícias: nos próximos anos, a sua vida será ainda pior. Para saber o que deve esperar, a SÁBADO preparou um dossiê especial onde lhe conta o que vai mudar em Portugal, o que aconteceu na Grécia e na Irlanda com a entrada do FMI e o que pretendem fazer PS e PSD se ganharem as eleições.
De acordo com o estudo, entre o início de 2019 e o final de 2023, o indicador prestação/rendimento duplicou, com a prestação mensal a aumentar de 350 para 855 euros.
Apostar no seu clube de futebol e fazer levantamentos nos multibanco dos casinos pode tornar mais difícil conseguir um empréstimo - ou reduzir o valor que o banco está disposto a financiar. Também é melhor ter cuidado com a compra a prestações de telemóveis, frigoríficos e viagens.
No cibercrime, os esquemas cada vez mais sofisticados e a forma de evitá-los. Na política, as regalias dos governantes deslocados.
Ministro da Agricultura tem duas casas na capital e €43.660 em rendimentos prediais, mas pediu (e está a receber) subsídio de alojamento de €724. Dezanove ministros e secretários de Estado pediram o mesmo apoio
Portugal é um país pobre no papel e importância dos baixos salários, na crise da habitação para os que não tem milhões para comprar casa, na desigualdade e exclusão social, em elites que deslumbradas pela tecnologia estão a destruir o papel fundamental da escola como elevador social, criando gerações que mal falam português, não sabem escrever e não leem.
Arrendar casa nestas áreas metropolitanas exige taxas de esforço superiores a 50% do rendimento médio familiar.
Um dos melhores ciclos económicos na nossa democracia convive com a ascensão da direita radical populista. Parece um contrassenso, mas não é.
Bento Aires não vê sinais de que a garantia pública para a compra de casa vá ser alagrada a outros grupos além dos jovens, mas gostava de ver "franjas da classe média e da classe mais baixa" a beneficiar da possibilidade de não dar entrada na altura de contrair crédito.