Miguel Albuquerque alerta Lisboa que o PSD/Madeira "está sempre a ganhar"
XX Congresso Regional do PSD/Madeira decorre este fim de semana, no Funchal.
XX Congresso Regional do PSD/Madeira decorre este fim de semana, no Funchal.
O professor catedrático tinha 66 anos e estava à frente da Biblioteca Nacional desde abril de 2024.
Marcelino da Mata foi um dos fundadores dos Comandos, conhecido nos meios militares como um dos mais "bravos e heroicos" combatentes lusos.
"O Velho Salazar", um filme de João Botelho sobre o ditador português e "A culpa é da água", sobre Gisberta, mulher trans assassinada no Porto em 2006, são alguns dos destaques da programação do festival que decorre de 30 de abril a 10 de maio, anunciada esta terça-feira.
Pezeshkian fala da “necessidade de fabricar um inimigo a fim de justificar a pressão, manter o domínio militar, sustentar a indústria das armas e controlar mercados estratégicos”.
Trump é a marioneta que eles usam. Trump promete que durante uns dias não haverá ataques, mas logo a seguir Israel com o apoio americano faz novos ataques.
Esta direita radical participa no processo eleitoral, embora tente sempre diminuir o eleitorado que não lhe é favorável, como acontece com a tentativa de Trump de dificultar o acesso às urnas das zonas onde, por exemplo, há maiorias negras que lhe são hostis.
O escritor morreu esta quinta-feira, aos 83 anos.
Li afirmações inenarráveis de benfiquistas da minha geração, insistindo que o Vinícius Jr. “dançou de forma ostensiva e provocadora” – enquanto mulher e feminista, esta conversa soou-me demasiado familiar, pelos piores motivos.
António Guterres, secretário-geral da ONU, alertou que o futuro da humanidade não pode ser deixado ao sabor dos "caprichos de alguns multimilionários".
"O Som do Rugido da Onça", romance distinguido com o prestigiado Prémio Jabuti, chegou finalmente a Portugal. Um livro que dá voz aos silenciados do colonialismo.
A escritora portuguesa, de 79 anos, tornou-se na 7.ª mulher a receber este galardão.
Pelo "incontornável contributo" para a literatura portuguesa.
Milhares de portugueses que saíram de Angola e de Moçambique há 50 anos não vieram para Portugal ou apenas passaram pelo país. Muitos já tinham nascido em África. Houve quem voltasse mais tarde, mas vários continuam fora, onde se relançaram. Escaparam ao rótulo de "retornado", mas não ao sentimento de perda.
Já não há motivo para se cantar "Saudades do Brasil em Portugal" - basta olhar para a programação das salas de espetáculo, cada vez mais transatlânticas. Os próximos dias provam-no.
Os resultados das últimas eleições são uma reação clara ao trumpismo e ao shutdown que bloqueou o pagamento aos funcionários públicos, dizem os especialistas.