Trump faz o que quer. E a Europa?
Trump faz o que quer e a Europa é a primeira a deixar que assim seja.
Trump faz o que quer e a Europa é a primeira a deixar que assim seja.
A ameaça russa já começa a ter repercussões concretas no terreno. É disso exemplo as constantes e descaradas incursões de aeronaves russas, principalmente drones, em território europeu.
Com quem Ronaldo convive é um assunto dele e da família dele. Como seria, aliás, se o mesmo Ronaldo, seguindo os exemplos de Messi ou de Maradona, tivesse uma maior propensão para tomar chá com a Família Kirchner ou com Nicolás Maduro.
“Majestade, se for possível afogar os 6 ou 7 milhões de judeus no Mar Negro não levanto qualquer objecção. Mas se isso não é possível, temos de deixá-los viver”.
Foi um dos atores mais populares nas décadas de 70 e 80 do século XX. Ganhou fãs com Shogun, Os Três Mosqueteiros e As Minas do Rei Salomão. Morreu aos 90 anos, em casa, ao lado do companheiro de várias décadas.
Chamberlain morreu a dois dias de completar os 91 anos, devido a complicações decorrentes de um AVC.
O telefonema de Putin com Trump abriu a era dos EUA pró-Rússia. Quem ainda resistia terá baixado a guarda com a forma vergonhosa e inaceitável como Trump e J. D. Vance trataram Zelensky em plena Sala Oval. Habituem-se: com Trump 2.0, os EUA escolheram os autocratas e querem espezinhar a Europa.
A história ensina-nos que os horrores da guerra fazem-nos procurar compromissos imperfeitos.
Soares era tudo menos uma pessoa implodida, com estados de alma, sofrido. Tinha até uma certa superioridade face a esses sentimentos porque, como sabia bastante, lia muito, tinha amigos e paixões várias.
O atropelamento fatal deu-se no sábado, dia 17, e o naufrágio de Mike Lynch aconteceu na madrugada de segunda-feira, 19. Ambos foram ilibados num processo interposto pela HP.
O espectáculo de crueldade dos valentões do Chega é tão inaceitável que apetece mandá-los gastar as suas energias machistas a fazer de forcados de toiros desembolados.
Não temos governo, temos quase toda a gente na vida política acusada de várias formas de corrupção, não há nenhum bom cenário para as próximas eleições, e o país oscila entre o catastrofismo e um optimismo de oportunidade política.
Foi o ano em que uma combinação de arrogância política, corporativismo judicialista, abusos do poder, convicção de que podem fazer tudo o que lhes apetece, incompetência e negligências várias, levou à queda de um governo com maioria absoluta e abriu uma crise política cujo desfecho está longe de ser previsivel.
Depois do exercício do poder, durante décadas, por defensores do papel público na sociedade nacional, construiu-se em Portugal um verdadeiro “estado social”? Ou só um arremedo do mesmo?
As armas ocidentais são uma bela ajuda? Não duvido, razão pela qual espero que continuem a chegar à Ucrânia. Mas também não duvido que a cabeça de um soldado russo, enfiado naquele atoleiro, seja incapaz de responder à questão mais simples: “Que estou eu aqui a fazer?”
Ao ver o que está a acontecer na Ucrânia - com uma guerra convencional de ocupação de território, com destruições maciças, mortes indiscriminadas de civis, instigação à guerra civil -, eu sei que os EUA são precisos para a segurança da Europa.