Sábado – Pense por si

Donald Trump perdeu a narrativa

Donald Trump perdeu a narrativa. O Irão foi um desastre, o Supremo já lhe tinha travado as tarifas e agora travou-lhe o ataque aos filhos de imigrantes nascidos nos EUA, a inflação que não para de subir. Claro que há sempre aqueles 30 e poucos por cento que abdicaram de pensar pela própria cabeça, mas a sangria nos independentes, nos jovens, nos latinos e nos negros é evidente. Tivessem votado com mais consciência: os sinais estavam todos lá.

Fazer o correto e perder o lugar

Enfrentar Trump é um imperativo moral para quem quer preservar a Democracia. Por estes dias, há autênticos heróis que o fazem no Partido Republicano. São poucos e dois dos mais relevantes (Tom Massie e Bill Cassidy) perderam as primárias por causa disso. Sabem, como no passado souberam McCain e Romney, que é muito mais importante defender a honra e a clareza democrática do que se agarrar a um lugar político que se extingue e é efémero. Haja quem ainda assim seja.

António Lobo Antunes na infância, no bairro de Benfica, com um avião de brincar
Diogo Barreto

António Lobo Antunes. O principezinho de Benfica

Foi uma criança precoce e altamente mimada pela família, mas rebelde. Era admirado pelos irmãos e popular entre os colegas de escola. Fumava às escondidas e odiava comer (principalmente sopa).

Nuno Miguel Guedes

"O Brutalista": um melodrama épico e um grande filme

Brady Corbet arriscou fazer um filme de 3h30m. O resultado? Um épico sobre sobrevivência, dor e angústia. Chega esta quinta-feira, 23 de janeiro, aos cinemas, como grande candidato aos Óscares.

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