EUA atacam mais um barco suspeito de narcotráfico nas Caraíbas
As Forças Armadas dos EUA lançaram, esta segunda-feira, mais um ataque contra uma embarcação suspeita de tráfico de droga no Mar das Caraíbas. Duas pessoas morreram.
As Forças Armadas dos EUA lançaram, esta segunda-feira, mais um ataque contra uma embarcação suspeita de tráfico de droga no Mar das Caraíbas. Duas pessoas morreram.
A ilha das Caraíbas sofre com cortes de água e energia devido às sanções impostas pelos EUA e à interrupção do fornecimento de petróleo da Venezuela.
As Forças Armadas dos EUA atacaram, este domingo, no mar das Caraíbas, mais um barco suspeito de tráfico de droga. O ataque fez três mortos.
O exército norte-americano reiterou declarações anteriores, afirmando que tinha visado os alegados traficantes de droga ao longo de rotas de contrabando conhecidas.
Petroleiro, que terá partido da Venezuela a 3 de janeiro, "violou a quarentena para embarcações sancionadas imposta pelo Presidente Trump nas Caraíbas".
O exército norte-americano lançou um novo ataque, esta sexta-feira, a um barco suspeito de estar envolvido no tráfico de droga. O ataque, que fez dois mortos, faz parte de uma campanha militar controversa dirigida pelo Governo dos Estados Unidos para atingir rotas de narcotráfico nas Caraíbas e no Oceano Pacífico.
A Doutrina Monroe, implementada pela primeira vez em 1823, tem sido utilizada para justificar invasões dos EUA a países da América Latina.
As forças norte-americanas abordaram, esta sexta-feira, mais um petroleiro venezuelano no mar das Caraíbas. O governo Trump tem como alvo petroleiros sujeitos a sanções que viajam de e para a Venezuela.
Após os bombardeamentos contra embarcações marítimas nas Caraíbas e no Pacífico.
O presidente dos EUA, Donald Trump, continua a intensificar a presença militar dos EUA nas Caraíbas, com o destacamento de caças, drones e veículos militares terrestres em Porto Rico, num momento de crescente tensão com a Venezuela. Essa Trump tem aumentado a pressão sobre o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, acusado de narcoterrorismo nos EUA.
Episódio refere-se ao lançamento e à explosão de um foguetão em Janeiro que espalhou destroços pela região das Caraíbas e causou perturbações ao tráfego aéreo.
O líder argentino referiu-se ao homólogo venezuelano como narcoterrorista e autoritário, reforçando o seu apoio ao grande destacamento naval dos Estados Unidos em águas das Caraíbas desde setembro.
Desde o início de setembro, os Estados Unidos realizaram ataques contra pelo menos 26 navios, que acusaram de operar no tráfico de drogas nas Caraíbas ou no leste do Pacífico, executando, pelo menos, 95 pessoas.
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, criticou duramente os Estados Unidos, esta quinta-feira, apelidando o país de "Piratas das Caraíbas" após a apreensão de um navio petroleiro na costa da Venezuela.
Os democratas do Comité de Supervisão da Câmara dos Representantes dos EUA divulgaram 14 fotografias e vídeos da ilha privada de Jeffrey Epstein nas Caraíbas. As imagens foram reveladas para aumentar a transparência na investigação, num momento em que aumenta a pressão para que sejam revelados todos os documentos do caso.
Conversa decorreu num contexto de tensões decorrentes da deslocação de tropas dos EUA para a região das Caraíbas e da crise do espaço aéreo venezuelano.