O dia em que Luís Represas quis "pacificar" o futebol português
O momento ficou captado em vídeo e guardado na minha memória: o músico, acompanhado por João Gil, brincou com a rivalidade entre clubes.
O momento ficou captado em vídeo e guardado na minha memória: o músico, acompanhado por João Gil, brincou com a rivalidade entre clubes.
O "último grande festival de verão", como é apresentado o Festival F, em Faro, aposta em mais de 60 concertos entre 3 a 5 de setembro. O cartaz foi desvendado esta terça-feira.
Alimenta-se, com frequência, uma ideia errada na opinião pública de que os magistrados do Ministério Público não têm prazos para cumprir, ao contrário dos advogados.
O cantor diz o que dizem acéfalos, depois pede desculpas, volta a dizer o mesmo estrume, e continua a produzir conteúdos que envergonham a civilização. Declarou-se nazi, Hitler é, para o asno, o maior, as consequências dos seus gostos é conhecida: foi corrido do YouTube, Spotify, redes sociais, a Adidas cortou contrato.
"A segunda volta vai ser sempre mais simples do que a primeira", gracejou o candidato, enquanto montava uma Harley Davidson junto ao marco do quilómetro zero da Estrada Nacional 2.
O Expresso noticiou que a Carris "deu informação errada à investigação do acidente com o elevador da Glória", já que entre a nota informativa do gabinete que está a investigar, divulgada três dias após a tragédia, e o relatório do preliminar, divulgado na segunda-feira, surge uma discrepância de datas.
A votação foi adiada pela terceira vez. Desta vez a pedido do PSD.
“Não há alternativa”: “quem contribuir [para a vitória de Moedas] será corresponsável” pela “degradação” de Lisboa, alerta uma Alexandra Leitão pouco mobilizadora na rua, mas combativa e assertiva no palanque.
A redução do número de estudantes a entrar para o ensino superior é, por isso, uma tragédia que importa solucionar.
Ao mais pequeno sinal de sol, sinal aparentemente difundido por todos os telemóveis, computadores e televisões do País, toda a gente se animou.
A gala está marcada para dia 5 de janeiro e será transmitida pela CBS e pelo Paramount+.
Se tivesse jeito, Moedas tinha arranjado forma de maquilhar a sua própria mediocridade. Sabemos que vivemos num país onde há muito pouca verificação de factos e ainda menos prestação de contas.
Começou por ser batizada como Amigos dos Amigos, mas o nome não vingou e hoje toda a gente a conhece como Operação Face Oculta. Um novo livro, sobre a vida do investigador da PJ que liderou esta investigação ("Insubmisso, Memórias de um Polícia"), revela agora todos os bastidores de um caso em que o então primeiro-ministro José Sócrates e vários comparsas montaram um plano para controlar a TVI e os jornais Público e Correio da Manhã.
Não ajudam a decidir em quem votar (ou ajudam poucas pessoas a decidir), mas levam as pessoas às urnas. Muitos procuram entretenimento, e uma minoria vê-os como um tira-teimas entre dois partidos.
Em debates, pescam-se votos a outras trincheiras — e candidatos podem mudar de pele. Pedro Nuno Santos recentrou-se sem "dogma fiscal", Inês Sousa Real falou de polícias, bombeiros e corrupção e Ventura (outrora liberal) apregoou mais Estado na Economia.
Rui Tavares e Rui Rocha falaram para públicos diferentes, sem gritos nem tensões, em que se trataram por tu, preferiram recorrer a metáforas, como "arco-íris", "escorregas" e laboratórios". Divergiram em quase tudo e não conseguiram explicar as propostas para solucionar os principais problemas do país