Sábado – Pense por si

Elevador da Glória, um ano depois da tragédia
Raquel Lito

Elevador da Glória: um ano depois da tragédia, subir a calçada "é muito cansativo"

Os moradores queixam-se da dificuldade de fazer, a pé, 260 metros de subida. Os turistas fotografam os vestígios de um memorial às vítimas, improvisado nas janelas onde se deu o embate. Os restaurantes notam a quebra e os tuk tuk esperam cada vez mais tempo por clientes. Retrato daquilo a que um guia turístico chamou de "linha fantasma". Veja o vídeo.

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Tudor: Porque rolaram tantas cabeças?
Susana Lúcio

Tudor: Porque rolaram tantas cabeças?

Durante os 118 anos desta dinastia inglesa, 64 nobres foram executados no cadafalso, alguns porque o rei estaria aborrecido. Série documental, no National Geographic conta tudo sobre a real carnificina.

Luísa Oliveira

Com mãos nas tranças, pais aprendem a pentear as filhas

Quando os millennials decidem aprender a tratar do cabelo das suas meninas em workshops, como acontece em Inglaterra e nos EUA, estão a fazer mais pelo combate à manosfera - comunidade em que se defende a misoginia e o antifeminismo - do que poderiam pensar.

Maria dos Anjos com as filhas, Filipa (à esquerda) e Rita (à direita), antes da doença
Lucília Galha

Maria dos Anjos era cuidadora e passou a ser ela a precisar de cuidados. As filhas gémeas nunca largam a mãe

Recebeu o diagnóstico de Esclerose Lateral Amiotrófica dois dias antes de entregar a tese de doutoramento. Era enfermeira e dedicava-se a cuidar dos outros. Hoje, já não consegue falar, andar, comer ou respirar sozinha - são as filhas que cuidam dela a tempo inteiro. O diagnóstico mudou tudo, mas não lhes retirou a felicidade, garantem. Este domingo, 21 de junho, assinala-se o Dia Mundial desta terrível doença.

A febre das corridas e caminhadas
Luísa Oliveira

A febre das corridas e caminhadas

Na semana em que os peregrinos chegam a Fátima, muitos deles a pé, publicamos um artigo em que se dá conta do aumento de programas e viagens de caminhadas e de clubes de corrida. Praticar estas atividades em grupo passou a ser um novo foco de socialização e até de encontros amorosos. Calcemos uns ténis, que é quanto basta, para conhecermos esta realidade ao ar livre

A fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807
Ana Taborda

A inédita fuga da família real para o Brasil

Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.

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