Sábado – Pense por si

Alexandre R. Malhado e Rita Rato Nunes

Quem são as candidatas a primeira-dama

Seguro conheceu a mulher na discoteca, Ventura no café perto da igreja e Marques Mendes na escola. Margarida, Dina e Sofia também podem chegar Belém.

A hora da Europa (agora é mesmo)

Em 2026 vamos saber se a Ucrânia vai sobreviver como país íntegro e soberano à agressão russa e à viragem politico-diplomática de Washington, com Trump na Casa Branca. Vamos também saber se os líderes europeus estarão à altura do desafio tremendo que já atravessam e se vão ser capazes de falar verdade ao seus eleitores sobre o que verdadeiramente está em causa: defender a Ucrânia, fazer sacrifícios que não pensávamos ser necessários e projetar uma nova arquitetura de Segurança que não dependa dos EUA. Não será coisa pouca.

O memorial  pelas vítimas de Bondi, entre as quais  estavam uma menina de 10 anos e um  sobrevivente do Holocausto de 87 anos
Maria Henrique Espada

O regresso a um tempo de pogroms

O massacre em Bondi, Austrália, foi o culminar de uma série de ataques antissemitas a nível global. Chegou-se a um nível de ódio e violência como "não se via desde a II Guerra Mundial", diz Vasco Weinberg

Putin quer mesmo todo o Donbass

Trump recuou a tempo de evitar nova humilhação em Budapeste. Mas Putin não cede e exige o inaceitável: que a Ucrânia retire da própria Ucrânia (o resto do Donbass). A culpa de não haver cessar-fogo é, por isso, totalmente de Moscovo. Enquanto isso, Zelensky faz o caminho certo: reforça aliança com os europeus, desenha futuras garantias de segurança, aposta nos ataques a refinarias na Rússia. A Ucrânia tem a razão, a coragem e a resiliência do seu lado.

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