A prudência a tiro de bala
Na iminência de uma imensa devastação há a prudência de uma bala, ou seja, a consideração de que só resta fazer o possível para escapar a maiores horrores.
Na iminência de uma imensa devastação há a prudência de uma bala, ou seja, a consideração de que só resta fazer o possível para escapar a maiores horrores.
Durante a tarde desta sexta-feira, milhares de pessoas juntaram-se às comemorações do 1.º Maio, na manifestação convocada pela CGTP entre o Martim Moniz e a Alameda D. Afonso Henrique, em Lisboa. A UGT concentrou-se no Jamor.
A intersindical garantiu que os trabalhadores vão também lutar pela “derrota do pacote laboral”, que referiu ilustrar que o executivo de Luís Montenegro serve apenas “os interesses dos grandes patrões”.
Apenas três países votaram contra este reconhecimento: Estados Unidos, Israel e Argentina. Portugal absteve-se.
A escolha da Assembleia de Peritos do novo líder supremo do Irão foi anunciada no domingo, uma semana após a morte de Ali Khamenei, em 28 de fevereiro, no primeiro dia dos ataques dos Estados Unidos e Israel contra a República Islâmica.
Neste universo mental, a política internacional não é um confronto entre regimes com valores incompatíveis. É uma sequência de pareceres jurídicos, notas de rodapé e interpretações doutrinárias que fazem jurisprudência gerando precedente em que a moral é relativa.
Apesar de um cessar-fogo parecer estar longe, está marcada mais uma ronda de negociações para esta quinta-feira.
A plataforma acusa o Governo de anunciar "medidas milagrosas" que, na sua perspetiva, beneficiam senhorios, promotores e fundos imobiliários, ao mesmo tempo que os preços continuam a subir.
Uma lei poderia ser aprovada por estes dias: todos os que forem atingidos pela polícia de migração, ICE, são criminosos. A bala como aquilo que decide em que categoria cai um cidadão. Se a bala mata é porque o cidadão é criminoso.
Catarina Martins não encaixa em nenhuma das opções e, para José Manuel Pureza, quem vota em Catarina Martins sabe com o que contar.
Há alturas na vida de uma pessoa em que não vale a pena esperar mais por algo que se desejou muito, mas nunca veio. Na vida dos povos é um pouco assim também. Chegou o momento de nós, europeus, percebermos que é preciso dizer "adeus" à América. A esta América de Trump, claro. Sim, continua a haver uma América boa, cosmopolita, que gosta da democracia liberal, que compreende a vantagem da ligação à UE. Sucede que não sabemos se essa América certa (e, essa sim, grande e forte) vai voltar. Esperem o pior. Porque é provável que o pior esteja a chegar.
O tsunâmi que inunda o País de cocaína chega a bordo de narcolanchas ancoradas em cais clandestinos. As batalhas entre "narcos" e autoridades estão cada vez mais violentas - e já mataram em Portugal
"As pessoas podem considerar um sucesso, mas do ponto de vista da ação do Estado, eu acho que ela foi desastrosa", disse.
Presidente brasileiro diz, ainda assim, que é necessário averiguar qualquer "tipo de falha ou se tem alguma coisa mais delicada da operação".
Mais de metade dos moradores do Rio de Janeiro consideram a operação que resultou na morte de mais de 120 pessoas um sucesso.
Polícia do Rio de Janeiro contabilizou esta quarta-feira 119 mortos em megaoperação policial.