João Rendeiro (1952-2022): o homem que quis chegar ao sol e caiu em chamas
13 de maioBruno Faria Lopes

João Rendeiro (1952-2022): o homem que quis chegar ao sol e caiu em chamas

Sonhou ser da elite antiga que cedo o esnobou em Lisboa: estudou, trabalhou e (quase) conseguiu. Já rico no Portugal dos anos 90, subiu de patamar com o BPP, o banco com que caiu. Morreu enforcado numa cadeia sul-africana, a dias de fazer 70 anos. Os bens com que afirmara o seu estatuto servirão agora para pagar indemnizações.

Costa e Rio: Defeitos e virtudes do próximo primeiro-ministro
30 de janeiroMaria Henrique Espada

Costa e Rio: Defeitos e virtudes do próximo primeiro-ministro

Um meteu-se na política quando ainda dava erros de português e nunca mais saiu. Gosta de negociações e de puzzles, políticos e dos outros. O professor que lhe deu 17 viria a achá-lo um otimista irritante. O outro é teimoso, bem-humorado e um otimista. Ceder para agradar não é o seu estilo. Hoje as eleições jogam-se entre estes dois homens.

As mirabolantes aventuras de José Magalhães
09 de janeiroMaria Henrique Espada

As mirabolantes aventuras de José Magalhães

Foi coronel do cacau no Brasil, andou com jagunços, fez ioga, inspirou-se nas peripécias para escrever um livro cheio de sexo tântrico, foi enganado, faliu, teve o salário parlamentar penhorado e fundos-abutre atrás dele. Andou à pancada na UEC, mentiu a Cunhal, foi deputado-estrela. Sobreviveu. Nestas eleições deixa São Bento.

O fim da linha para João Rendeiro
16 de dezembro de 2021Carlos Rodrigues Lima

O fim da linha para João Rendeiro

Do camarote no estádio do Chelsea, em Londres, o antigo banqueiro dos ricos passou para uma prisão sul-africana. A SÁBADO revela todos os offshores do antigo banqueiro e as suas tentativas para entrar em Moçambique e no Zimbawe

Os bancos não param de encolher os bancários
13 de dezembro de 2021Bruno Faria Lopes

Os bancos não param de encolher os bancários

As rescisões este ano são mais um capítulo do grande encolhimento dos bancários, que caíram para quase metade em 20 anos. Pressão para aceitar rescisões é alta. E a tendência vai continuar.

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