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A teia de negócios do cunhado do ministro Leitão Amaro

Em quatro anos, Ricardo Leitão Machado amealhou 450 milhões em Angola. A procuradoria deste país pretende que o empresário, cunhado do ministro António Leitão Amaro, seja constituído arguido por burla qualificada devido aos negócios que realizou. Um tribunal americano deu como provado o seu envolvimento em corrupção de dois quadros da gigante General Eletric. O Millenium BCP deixou-lhe fugir 5 milhões de euros. Documentos a que a SÁBADO teve acesso revelam os contornos dos negócios, as suspeitas de falsificação no Photoshop e a mão invisível da família Dos Santos.

Já passaram 16 anos desde a primeira vez que Ricardo Leitão Machado, o dono do maior pedaço de terra murado do País (a Herdade do Vale Feitoso, com 7,5 mil hectares, um antigo feudo da família Espírito Santo) e cunhado do ministro Leitão Amaro, foi constituído arguido por burla qualificada ao Fundo Florestal Permanente. Nas próximas semanas, o empresário deverá voltar a assinar um documento que lhe atribuirá, novamente, essa qualidade, mas desta vez a pedido da procuradoria geral de Angola, que investiga uma burla por valores bem superiores aos que estavam em causa no primeiro processo: de 300 mil euros, as suspeitas passaram para 1,1 mil milhões de euros.

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