Sábado – Pense por si

O empreiteiro das obras na casa do ministro da Administração Interna, Luís Neves, andava com um vagão TIR apreendido pela PJ com químicos para produção de droga.
Marco Alves

Um bem apreendido estar a ser usado por um privado? "É inédito"

Só um juiz pode autorizá-lo e Carlos Anjos, ex-inspetor da PJ, diz que em 40 anos não se lembra de um caso. Euclides Dâmaso, procurador-geral adjunto jubilado, diz o mesmo: “Não tenho memória disso. É um caso de grande melindre processual”. Rui Pereira, ex-MAI, diz que não se sabe ainda se PJ foi afastada da investigação

Uma só fila de servidores pode gastar tanto como um edifício de escritórios.
Bruno Faria Lopes

Centros de dados poderão gastar metade da energia elétrica consumida em Portugal

Só a Start Campus, em Sines, pesará o equivalente a 20% da eletricidade gasta hoje no país quando estiver a funcionar a todo o vapor. Apesar da filtragem maior dos projetos, há ainda vários na calha. Sem atenção ao ritmo de licenciamento de novos centros, e sem mais geração de energia renovável, o boom tornará os preços mais altos para todos.

A lagartixa e o jacaré

Analógico/digital

Tudo empancou e a verificação de segurança de que a prova e a nota são mesmo do aluno X vai acabar no armazém. Tudo isto mostra uma coisa que o deslumbramento tecnológico esconde, com enormes estragos, a de que há certas coisas que são melhores, mais eficazes se feitas de forma analógica e outras de forma digital, e a sabedoria está em perceber essa diferença.

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João Costa da Silva, antigo combatente na Guerra Colonial
João Amaral SantosEduardo Dâmaso

O sniper secreto que matou por Portugal em Moçambique

Durante 50 anos, João Costa da Silva guardou segredo sobre o seu verdadeiro papel na Guerra Colonial em Moçambique. Com o nome de código Combako, teve treino especial nas Comores e participou nas operações secretas de Jorge Jardim para eliminar altos dirigentes políticos e militares da Frelimo que atravessaram fronteiras para o território da Tanzânia.

Um soldado prepara um ataque com drone junto à fronteira com Donetsk
Tiago Carrasco

Guerra 2.0 - O futuro está a ser traçado na Ucrânia

Reportagem na Ucrânia: os ucranianos pretendem matar 50 mil soldados russos por mês. Para isso, confiam em robôs de combate e em novos drones operados através de IA. Moscovo responde com força bruta: enxames de drones assassinos e mísseis balísticos atingem Kiev. A guerra está num ponto de viragem.

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