Sábado – Pense por si

Barco em chamas no rio Tejo

Há um barco em chamas no rio Tejo

Uma embarcação de recreio está, esta quinta-feira, a arder no rio Tejo, em frente a Algés. Fonte oficial da Autoridade Marítima Nacional confirmou ao CM o incêndio, acrescentando que estão no local meios de socorro da capitania do Porto de Lisboa, bem como elementos da Polícia Marítima. Não há para já registo de feridos.

Trump preso ao regime iraniano

Teerão é um vencedor parcial. Consegue amarrar um suposto sucesso de Trump à sobrevivência do regime criminoso iraniano (oh, suprema ironia) e passou a saber que tem um instrumento de negociação e eventual coação muito mais efetivo do que o longínquo e custoso objetivo de chegar às armas nucleares ou comprá-las: o controlo de Ormuz, claro.

Um soldado prepara um ataque com drone junto à fronteira com Donetsk
Tiago Carrasco

Guerra 2.0 - O futuro está a ser traçado na Ucrânia

Reportagem na Ucrânia: os ucranianos pretendem matar 50 mil soldados russos por mês. Para isso, confiam em robôs de combate e em novos drones operados através de IA. Moscovo responde com força bruta: enxames de drones assassinos e mísseis balísticos atingem Kiev. A guerra está num ponto de viragem.

A mui real lata de António Costa

Depois de oito anos como Presidente da Câmara de Lisboa e oito anos como Primeiro-Ministro, Costa descobriu o problema da habitação num discurso em Bruxelas. Dezasseis anos. Dois mandatos autárquicos e dois governamentais. Uma cidade inteira e um país inteiro. E foi preciso uma cadeira no Conselho Europeu para a epifania chegar.

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Destaque capa
Ana Taborda

Negócios: como as grandes famílias preparam os herdeiros

Os Mello fizeram uma revisão do protocolo com a quinta geração, Paula Amorim tem o filho mais velho a trabalhar com ela na Amorim Luxury, a ZU é liderada por um neto de Belmiro de Azevedo. Todos trabalharam fora primeiro, e a maioria teve experiências internacionais

Susana Lúcio

Opressão e cinzas em Chernobyl

A explosão do reator 4 foi denunciada pelos suecos, mas Moscovo só retirou a população quase dois dias depois para manter o acidente em segredo. Milhares de russos morreram vítimas da radioatividade

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