Presidenciais: Seguro diz que Ventura quer mudar de regime
Candidato presidencial voltou à ideia de que "nunca foi tão fácil identificar o que separa os dois candidatos" que disputam a segunda volta.
Candidato presidencial voltou à ideia de que "nunca foi tão fácil identificar o que separa os dois candidatos" que disputam a segunda volta.
A diferença entre os dois candidatos é agora de 34 pontos percentuais.
Seguro lembra a Suíça: previsível, rotineira, neutra no bom sentido. Se fizer o que promete – não extravasar a Constituição, colaborar para resolver problemas, actuar sem amarras partidárias e usar a palavra com conta, peso e medida – é preferível esta Suíça a qualquer alternativa tropical ou africana.
Chegou antes de Marcelo às zonas afetadas pelo temporal. No carro, telefona a autarcas, seguradoras, empresários e bombeiros. Decidiu sozinho deslocar-se ao terreno. Planeia em silêncio, mas precisa do contacto com a população. Os dias em que Seguro afinou a sensibilidade presidencial.
Andou pelo mundo como guitarrista de Amália Rodrigues, ganhou fama a cantar nos festivais da canção mas quis voltar às origens no fado. Aos 68 anos e 50 de carreira, diz que não pode dar-se ao luxo de parar de trabalhar.
Leitão Amaro decidiu aventurar-se com um vídeo promocional nas redes sociais, Nuno Melo achou por bem assinalar os “anos” de um sargento, Maria Lúcia Amaral tropeçou na expressão “ciclogénese explosiva”. A liderar os ministros, Luís Montenegro falou e agiu quase sempre tarde
Para lá da lei, foi Cunha Rodrigues que definiu o cargo de procurador-geral. E a sua herança mostra como o processo de nomeação não necessita de corporativismo
O líder do Chega fez campanha nos escombros da depressão Kristin e na sua terra natal, em Mem Martins. Reportagem nos bastidores da corrida.
Os negócios suspeitos do cunhado do ministro Leitão Amaro em Angola. E ainda: tempestade condiciona campanha Presidencial; entrevista ao músico Jorge Fernando; as vítimas dos abusos sexuais da Igreja.
O candidato à presidência da República António José Seguro defendeu que vai haver um momento para avaliar a maneira como o Governo e as autoridades reagiram às tempestades que têm assolado Portugal. No entanto, considerou que «este é o momento de acudir às pessoas que não têm telhados [e] aos empresários que não têm equipamentos para poder trabalhar».
O mandatário de António José Seguro solicitou à CNE, face "à gravidade dos factos", a "adoção das medidas necessárias para fazer cessar de imediato a conduta bem como o apuramento de responsabilidades quanto aos infratores".
“É intolerável na nossa democracia. [...] É um desrespeito pelos eleitores. Quando se passa para lá da linha vermelha, eu reajo”, explicou.
O candidato à presidência da República António José Seguro esteve no NOW na noite desta terça-feira e explicou que criticou os métodos do adversário na corrida a Belém, “designadamente nas redes sociais, que partem de perceções, narrativas alternativas, insultos e falsidades”.
António José Seguro afirmou, na manhã desta terça-feira, em Proença-a-Nova, que é preciso dar apoio a quem mais precisa neste momento de crise, provocada pelo mau tempo. O candidato presidencial voltou a sublinhar que esta situação não será esquecida.
Para responder aos impactos da tempestade Kristin.
O candidato à presidência da República António José Seguro considerou inadmissível haver pessoas sem luz há quase uma semana.