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Para responder aos impactos da tempestade Kristin.
O candidato presidencial António José Seguro exigiu esta terça-feira que os apoios anunciados para responder aos impactos da tempestade Kristin cheguem rapidamente ao terreno, avisando que não poupará qualquer esforço para que isso aconteça e que será vigilante.
António José Seguro, candidato às presidenciaisDR
Pela primeira vez acompanhado pela comunicação social, Seguro visitou esta manhã uma zona industrial em Proença-a-Nova, Castelo Branco, que foi afetada pela tempestade Kristin, explicando aos jornalistas quer "manter viva a necessidade dos apoios que foram anunciados chegarem rapidamente aos locais onde é necessário".
"A realidade é a maior pressão. As pessoas estão aflitas, precisam desses apoios. Eu não percebo qual é a dúvida. Eles têm que chegar rapidamente", disse, considerando que é a quem tem responsabilidade de fazer chegar os apoios que tem que ser dirigida a pergunta sobre o facto de isso ainda não ter acontecido.
Questionado sobre se pondera falar com o Governo, ainda como candidato, sobre este tema, o candidato mais votado na primeira volta das presidenciais admitiu que sim, caso seja "útil para garantir e para ajudar a que os apoios possam chegar", mas que neste momento ainda não vê necessidade para que isso aconteça.
"Eu não pouparei nenhum trabalho que eu possa desenvolver ou ação que possa concretizar para que, de facto, os apoios cheguem ao terreno", prometeu.
Seguro deixou ainda uma promessa em caso de vitória na segunda volta das presidenciais que acontecem já no domingo.
"Imediatamente depois da tomada de posse voltar a estas zonas que foram bastante afetadas -- e não é só com esta catástrofe, também com incêndios -- mas sobretudo verificar se os apoios que foram divulgados chegaram mesmo. Uma das funções do Presidente da República é ser vigilante, é vigiar se de facto as coisas acontecem como foram prometidas", comprometeu-se.
O candidato apoiado pelo PS explicou ainda que decidiu vir hoje acompanhado pela comunicação social - nos primeiros dias fez visitas sozinho a zonas afetadas - porque não vinha "estorvar os trabalhos da proteção civil", o que disse ter sido "coordenado e articulado com o presidente da câmara" de Proença-a-Nova, que o acompanha nesta visita.
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