Plano de Trump "é uma catástrofe para a Ucrânia", diz Associação dos Ucranianos em Portugal
Associação doz que plano "parece ter feito pelos russos".
Associação doz que plano "parece ter feito pelos russos".
Trump esforçou-se por mostrar que era dele o ascendente sobre Putin. Mas o presidente russo é um exímio jogador de xadrez. Esperou, deixou correr, mas antecipou-se ao encontro de Zelensky em Washington e voltou a provar que é ele quem, no fim do dia, leva a melhor. A Rússia continuar a querer tudo na Ucrânia. Conseguirá continuar as consequências dos ataques a refinarias e petrolíferas?
De esta quinta-feira, 9 até 19 de outubro, a 10.ª edição do Festival Literário Internacional de Óbidos propõe concertos, apresentações de livros e muitos debates. Eis 15 momentos a não perder.
A Cimeira de Haia aproxima-se e a realidade começa a chocar-nos de frente. O problema é que, de Washington, continua a haver uma dissonância entre o que Trump diz (quer a paz e estará furioso com Putin) e o que a Administração realmente faz (corta as vazas de Kiev para a NATO). Valha-nos Merz e a nova assertividade alemã.
Foi sob a sua alçada que o Ministério dos Negócios Estrangeiros ucraniano foi o primeiro no mundo a introduzir um porta-voz baseado em IA.
Trump não quer tropas norte-americanas e não quer a bandeira da NATO na garantia de segurança à Ucrânia. Ora, com tropas europeias a assumir esse papel, sem qualquer respaldo dos EUA, isso é o fim da NATO. Putin agradece e só terá de esperar uns anos para alargar a sua agressão. As cartas estão lançadas.
Trocaram presentes em modo amigo secreto, falaram sobre ter filhos e escolher candidatos presidenciais – e picaram-se. São adversários o resto do ano, mas a SÁBADO juntou-os em paz.
Há guerras-relâmpago, e há campanhas eleitorais ainda mais breves e faíscantes. A epopeia das europeias tem impactos diferentes, dentro e fora de portas. Mesmo que se possa discutir o que são, nos dias que correm ou que andam, as tais “portas”
Anne Applebaum faz o balanço de um ano de guerra da Rússia contra a Ucrânia. Defende que os ucranianos não devem ceder território, dado que Putin nunca vai deixar de querer controlar tudo.
Isaltino Morais dava um balde e uma esfregona a António Costa, Rui Tavares oferecia-lhe uma “visita guiada ao património devoluto do Estado”. Nuno Melo sugere nova “coelhinha anã fofinha” a Ventura e Inês Sousa Real um DVD de Ferdinando, o touro. Também há Memofante e Red Bull. Eles explicam porquê.
Em dois meses, instalou-se o medo e o silêncio. Vieram a par dos raptos, das estátuas de Lenine e da televisão de Moscovo em exclusivo.
Eis como Putin manobra a Rússia a partir de Moscovo: os media pertencem a amigos. Os opositores estão enterrados em processos – na melhor das hipóteses.. A palavra guerra está proibida. Os protestos são reprimidos.
A guerra nunca esteve tão perto. O anúncio do reconhecimento da independência das regiões separatistas no Leste da Ucrânia por parte de Moscovo deixou claras as pretensões imperialistas de Putin, enquanto o mundo aguarda em suspenso que a democracia prevaleca. Por cá, mergulhamos na herança imobiliária dos pretendentes ao trono (caso o houvesse).
A jornalista norte-americana, especializada na História do comunismo, não tem dúvidas de que Putin não vai parar na região de Donbass. As sanções têm de ser impostas já.
Perante um PS maioritário, a balcanização da direita é um pacto suicida. Razão pela qual a única questão relevante para as futuras lideranças do PSD e do CDS é saber se elas entendem a dimensão do sarilho e o que estão dispostas a fazer para o contornar.
Durante 10 anos estudou o comunismo e escreveu a obra que lhe valeria um Prémio Pulitzer – Gulag: Uma História. A jornalista, que já trabalhou na The Economist e The Spectator, mergulha agora no crescimento do autoritarismo