Trump faz o que quer. E a Europa?
Trump faz o que quer e a Europa é a primeira a deixar que assim seja.
Trump faz o que quer e a Europa é a primeira a deixar que assim seja.
Os direitos aduaneiros cobrados pelas autoridades norte-americanas terão ultrapassado os 130 mil milhões de dólares em 2025.
No mais recente ataque na sua guerra comercial com o Canadá Trump afirmou na quinta-feira estar a retaliar por as autoridades canadianas não certificarem os jatos da norte-americana Gulfstream.
Cabe ao executivo comunitário avaliar e emitir um parecer, numa decisão que será tomada pelos colegisladores, talvez em fevereiro.
Em comunicado entretanto divulgado em Bruxelas, a Comissão Europeia assinalou que este é "o maior acordo alguma vez celebrado por qualquer uma das partes".
Primeiro-ministro britânico apela ao diálogo.
Vai ser assinado sábado, no Paraguai.
Era um dos grandes focos de atenção desta sexta-feira, com os investidores a aguardarem a decisão do Supremo Tribunal dos EUA sobre a legalidade das tarifas impostas por Donald Trump.
Taxas aduaneiras de 25% deveriam subir, em alguns casos, para o dobro no arranque deste novo ano, mas Trump adiou o aumento nas últimas horas de 2025.
A longo prazo, os Certificados de Aforro são melhores contra a inflação do que os depósitos, mas sem assumir mais risco não verá a sua poupança crescer. No imobiliário há uma mudança em curso para quem investe e três medidas que geram ganhos para quem tem casa. E ajudamos a identificar uma dezena de ângulos mortos nas suas finanças.
Trump acusa o Canadá de utilizar um anúncio televisivo fraudulento para fazer críticas ilegítimas às tarifas.
As tensões diplomáticas entre os Estados Unidos e a Colômbia voltaram a aumentar este domingo, depois de Trump anunciar o fim da ajuda financeira ao país sul-americano, por alegada inação na luta contra o narcotráfico.
Presidente dos EUA sugeriu na quinta-feira que Espanha deveria ser expulsa da NATO.
Um arremedo de estado num território em guerra cada vez mais exíguo e retalhado, com populações em fuga ou obrigadas a deslocação forçada, sem instituições capazes de assegurar em permanência funções administrativas básicas: esta é a realidade no terreno.
A frustração gera ressentimento que, por sua vez, gera um individualismo que acharíamos extinto após a grande prova de interdependência que foi a pandemia da Covid-19.