EUA lançam novos ataques contra o Irão
As novas hostilidades ameaçam fazer ruir o frágil cessar-fogo entre as partes e travar o processo de negociações para um acordo de paz duradouro.
As novas hostilidades ameaçam fazer ruir o frágil cessar-fogo entre as partes e travar o processo de negociações para um acordo de paz duradouro.
Enquanto decorre o Mundial 2026, pelo menos 13 das 48 seleções representam países envolvidos em guerras ou conflitos latentes. Nove já foram eliminadas da competição de futebol, que entra este fim de semana nos oitavos de final.
Teerão, que está a negociar com os Estados Unidos um acordo de paz, afirma que o estreito, permanecerá sob o seu controlo enquanto durarem as negociações.
Cerimónias fúnebres realizam-se quatro meses depois da morte do antigo líder supremo do Irão.
Esta informação é provisória e está a ser feita uma investigação, na sequência do acordo entre o Irão e os Estados Unidos.
Uma vez que não foram confirmados novos ataques desde maio, a situação está a melhorar, embora ainda não se tenha normalizado completamente, acrescentou a Kpler.
Teerão é um vencedor parcial. Consegue amarrar um suposto sucesso de Trump à sobrevivência do regime criminoso iraniano (oh, suprema ironia) e passou a saber que tem um instrumento de negociação e eventual coação muito mais efetivo do que o longínquo e custoso objetivo de chegar às armas nucleares ou comprá-las: o controlo de Ormuz, claro.
As partes têm 60 dias para alcançar um acordo de paz definitivo, através de negociações centradas no programa nuclear iraniano e no levantamento de sanções a Teerão.
Vice-presidente dos EUA encontra-se com negociadores de Teerão numa corrida de 60 dias para chegar a um acordo de paz definitivo.
Os ataques atingiram mais de uma dúzia de localidades ao longo da madrugada, matando três pessoas em Arab Salim, uma em Deir Zahrani e outra em Dweir.
Os preços dos combustíveis em Portugal deverão descer na próxima semana
Ministério dos Negócios Estrangeiros suíço indicou que, apesar do contratempo, "os trabalhos preparatórios em Bürgenstock continuam" e o país segue totalmente preparado para acolher e facilitar as negociações.
JD Vance disse que planeia participar no processo negocial, a decorrer na Suíça, levantando a hipótese de viajar já no próximo fim de semana.
Joana Ricarte defende que Israel tem “toda uma identidade nacional que é construída com base na perseguição histórica”, o que justifica a “capacidade de mobilização” da guerra. Além disso sem ela Netanyahu já teria, provavelmente, sido julgado por corrupção.
Lisboa e Riade defendem que deve ser cumprido o Direito do Mar e o regresso "à situação de liberdade de navegação" em Ormuz, antes do conflito no Médio Oriente.
Selecionador Amir Ghalenoei lamenta não ter tido tempo para recuperar fisicamente os jogadores antes do regresso ao México, onde a equipa tem montado o 'quartel-general'.