Médio Oriente: Netanyahu anuncia aumento da ofensiva no Líbano
Netanyahu frisou que Israel está “em guerra com o Hezbollah” e que, nas últimas semanas, os militares israelitas eliminaram mais de 600 elementos do grupo xiita libanês.
Netanyahu frisou que Israel está “em guerra com o Hezbollah” e que, nas últimas semanas, os militares israelitas eliminaram mais de 600 elementos do grupo xiita libanês.
A mais recente proposta iraniana, transmitida a Washington por mediadores paquistaneses que procuram um "fim permanente" para o conflito, destaca a exigência de incluir o Líbano no cessar-fogo.
A ocultação do Líder Supremo Mojtaba Khamenei está condenada ao fracasso devido à cultura político-religiosa do xiismo, à sofisticação da sociedade persa, e à relevância das minorias étnicas no Irão.
Apenas intervirão no caso de ser alcançado um acordo de paz entre EUA e Irão.
Ameaça surge após o anúncio de Paris e Londres do envio de navios militares para a região.
"Hoje exercemos soberania sobre o estreito de Ormuz e qualquer embarcação que queira atravessá-lo deverá coordenar connosco", afirmou o porta-voz do Exército iraniano, general de brigada Mohammad Akraminia.
O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou, esta quinta-feira, que o Irão quer chegar a um acordo de paz para travar o conflito no Médio Oriente, garantindo que o cessar-fogo continua em vigor.
Não foram ainda dados detalhes sobre os novos protocolos em vigor no estreito, mas Guarda Revolucionária iraniana diz que "ameaças do agressor foram neutralizadas". Preço do petróleo está em queda.
O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, mediador no conflito entre o Irão, os Estados Unidos e Israel, admitiu esta quarta-feira a celebração de um acordo de paz para o Médio Oriente.
“As Forças Armadas estão totalmente preparadas para qualquer nova aventura ou loucura dos norte-americanos”, disse o general Mohammad Jaafar al-Asadi, vice-chefe de inspeção do Quartel-General Central de Khatam al-Anbiya.
Preços de referência para a Europa e os EUA seguem a escalar na sessão de hoje, já depois de terem atingido máximos de quatro anos. Preocupações de que os ataques militares dos EUA ao Irão possam recomeçar estão a pressionar o sentimento dos "traders", que não vêm fim à vista para a reabertura do estreito de Ormuz.
Bloqueio naval envolve mais de 200 aeronaves e mais de 25 navios.
Apesar da incerteza do regresso das conversações de paz entre os EUA e o Irão, mediadas pelo Paquistão, a capital Islamabade, continua a apostar na segurança da cidade, criando uma espécie de cerco que afeta quem lá habita.
Na sua rede social, Truth Social, Trump pediu às autoridades iranianas que libertem mulheres que diz estarem condenadas à morte, adicionando que seria um "ótimo começo para as negociações" com a República Islâmica.
Segundo dados da empresa Kpler.
País exige que os Estados Unidos libertem os seus portos.