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Na conversa foi abordada a assinatura da chamada Declaração de Paris, que define as garantias de segurança que a Ucrânia receberá caso alcance a paz com a Rússia.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros das sete maiores economias do mundo (G7) realizaram terça-feira uma conversa telefónica para discutir as situações na Ucrânia, na Venezuela e outros assuntos internacionais, adiantou o chefe da diplomacia francesa, Jean-Noël Barrot.
Jean-Noël Barrot, ministro dos Negócios Estrangeiros de FrançaEPA
A conversa entre Barrot e os seus homólogos da Alemanha, Canadá, França, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos abordou a assinatura da chamada Declaração de Paris, que define as garantias de segurança que a Ucrânia receberá caso alcance a paz com a Rússia.
"Esta primeira troca de informações entre os ministros dos Negócios Estrangeiros do G7 sob a presidência francesa do grupo permitiu discussões sobre importantes questões internacionais da atualidade, incluindo a situação na Venezuela, e saudou os progressos alcançados em relação às garantias de segurança para a Ucrânia na cimeira da Coligação da Boa Vontade, realizada hoje em Paris", destacou Ministério dos Negócios Estrangeiros francês em comunicado.
A discussão sobre a Venezuela abordou a situação atual no país após o ataque norte-americano no passado fim de semana em Caracas que resultou na captura do Presidente venezuelano Nicolás Maduro e da sua mulher, Cilia Flores.
"Durante a sua presidência do G7 em 2026 e em preparação para a cimeira de Evian, a França continuará a trabalhar com os seus parceiros para responder a crises, combater os principais desequilíbrios globais e reconstruir parcerias internacionais", pode ler-se ainda no comunicado francês.
A Declaração de Paris assinada hoje pela Coligação da Boa Vontade, com a presença de conselheiros norte-americanos, descreve as garantias de segurança que Kiev receberá ao assinar um acordo de paz com a Rússia.
Entre as medidas acordadas está a participação num mecanismo de monitorização e verificação do cessar-fogo liderado pelos EUA, com envolvimento internacional e representação da Coligação da Boa Vontade sobre a Ucrânia numa comissão especial destinada a analisar violações e atribuir responsabilidades.
A Coligação comprometeu-se ainda, com apoio norte-americano, a assegurar assistência militar e fornecimento de armamento, a longo prazo, às Forças Armadas da Ucrânia, incluindo financiamento, acesso a reservas de defesa, apoio técnico e cooperação no orçamento nacional ucraniano.
O plano prevê também a criação de uma força multinacional, composta por países dispostos a participar, para apoiar a reconstrução das forças armadas ucranianas e reforçar a dissuasão, com planeamento militar coordenado para operações no ar, no mar e em terra.
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, confirmou que as negociações vão continuar na quarta-feira com a participação do seu chefe de gabinete, Kirill Budanov, e do seu negociador-chefe, Rustem Umerov.
"Agradeço ao Presidente Trump e aos Estados Unidos pelo seu apoio. Não perderemos um único dia", garantiu Zelensky, depois de já ter aplaudido as garantiras do aliados.
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