Morreu o historiador e diretor da Biblioteca Nacional Diogo Ramada Curto
O professor catedrático tinha 66 anos e estava à frente da Biblioteca Nacional desde abril de 2024.
O professor catedrático tinha 66 anos e estava à frente da Biblioteca Nacional desde abril de 2024.
Aguiar-Branco foi o primeiro presidente da Assembleia da República de Portugal a visitar Macau.
A falta de planeamento compromete a capacidade de resposta dos Sistemas de Saúde, concluíram especialistas na Conferência organizada pela Multicare.
A última visita oficial de um presidente da Assembleia da República à China teve lugar em 2018.
Para Rui Valério, “só uma humanidade aberta ao transcendente” pode libertar-se “do medo, do egoísmo, do vazio e da morte interior”.
No âmbito do cumprimento de um mandado de detenção internacional emitido pelas autoridades brasileiras.
Depois de afastar o norte-americano Emilio Nava.
Gravou pela primeira vez uma canção de Caetano Veloso, em dueto com o cantor brasileiro.
Doenças como a dengue, a zika ou a chikungunya podem tornar-se uma realidade cada vez mais frequente em Portugal, impulsionadas pelo aquecimento global, alerta o professor Celso Granato, da Universidade Federal de São Paulo.
O herói de capa espada morreu em Maastricht. Arqueólogos acreditam ter descoberto o seu esqueleto numa igreja na cidade neerlandesa.
A menina de 11 anos terá ficado muito assustada. O jogador brasileiro não perdoa cantora: "Sem os fãs você não seria ninguém".
O cientista brasileiro Paulo Artaxo, professor da Universidade de São Paulo, alertou que eventos extremos, como ondas de calor e a expansão de doenças transmitidas por insetos, já estão a alterar o perfil de risco sanitário em todo o mundo.
Re_source: 12 projetos-piloto com potencial para transformar a gestão de resíduos de embalagens
Na solidão do quarto, o "Duarte" aprendeu a doutrina nazi, ameaçou com um ataque à Mesquita de Lisboa, elogiou Brenton Tarrant e Andreas Brevik, autores de massacres. Depois de 16 meses num centro educativo, saiu em janeiro. Mas estará desradicalizado?
O cantor porto-riquenho Bad Bunny decidiu prestar homenagem ao ‘rei’ Pelé durante o concerto em São Paulo, Brasil, envergando um casaco que o craque usou no Mundial de 1966. A peça foi emprestada pelo colecionador Cassio Brandão, que detém o título do Guinness para a maior coleção de camisolas de futebol do mundo. Brandão garantiu que a peça foi bem cuidada e que apenas “voltou suada”.
É contra a política anti-imigração dos EUA e é apegado às raízes de Porto Rico. Com Portugal, criou laços através da camisola que vestiu no Super Bowl, show logo criticado por Trump. As polémicas e curiosidades do rapper ativista.