"Ainda bem que morreu": Trump celebra morte de Robert Mueller
Presidente norte-americano não se conteve nos comentários à morte do antigo diretor do FBI que o investigou.
Presidente norte-americano não se conteve nos comentários à morte do antigo diretor do FBI que o investigou.
Mueller assumiu o cargo de diretor do FBI apenas uma semana depois dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 e os seus agentes antiterroristas foram os primeiros a denunciar os abusos nas prisões secretas da CIA.
"O mundo ainda não compreendeu bem a dimensão do desafio de segurança energética que enfrentamos", diz o diretor executivo da AIE, à BBC.
Só resta a certeza na incerteza, egocentrismo e inconstância de Trump.
Focada na recuperação, após a grave lesão nos Jogos Olímpicos, a esquiadora de 41 anos não quer falar em reforma. "Aviso quando decidir"
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou, esta quarta-feira, que a Rússia já arrecadou cerca de 10 mil milhões de dólares com a guerra no Irão. Segundo o líder ucraniano, esse dinheiro será usado para financiar armamento para a guerra na Ucrânia.
Nas mesmas declarações, Peskov afirmou que Moscovo não considera o envolvimento dos aliados europeus em possíveis negociações na guerra com a Ucrânia como "necessário ou conveniente".
O Irão e a Rússia alegam que um projétil atingiu as instalações da central nuclear de Bushehr, no Irão, esta terça-feira. Nenhum dos países afirma que tenha havido qualquer libertação de material nuclear.
Levanta-se o espetro de um incidente radioativo.
Alexander Alekhine sobreviveu à revolução bolchevique, saiu ileso das duas guerras mundiais, foi impedido de competir e morreu em Portugal, vítima de ostracismo – e da vodka.
“Este” Israel tem uma capacidade de manipular Trump e foi o que aconteceu. O único limite para essa manipulação, que já teve todos os resultados pretendidos, são os medos de Trump, todos eles associados com os desastres económicos que a guerra provocou, no preço do petróleo, na bolsa e na sua imagem de Capitão América que precisa de proclamar vitória na derrota.
O choque em curso numa das matérias-primas cruciais para a agricultura mundial é um bom exemplo da aplicação desta “lei” à ação de Trump no Irão.
Trump não tem objetivos claramente definidos e pode ter de escalar a guerra no Irão para não ficar com figura de perdedor. Não há plano da Casa Branca, não há consistência nos comportamentos. Putin agradece, Netanyahu sai reforçado. E a base MAGA aceita, passivamente, a enorme contradição de apoiar o contrário daquilo que durante anos exigiu. Demasiado perigoso para ficarmos só a rir de tamanha incoerência.
Kiev diz que está a "envidar todos os esforços" para reparar os danos e retomar o transporte de petróleo para a Europa Central.
Atores russos procuraram retratar Moscovo como "uma alternativa a um Ocidente supostamente decadente em termos morais".
O Departamento do Tesouro norte-americano emitiu uma licença que autoriza a venda durante um mês de petróleo bruto e derivados russos carregados em navios antes de quinta-feira.