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Ver vídeo: O palco onde a História continua a acontecer

Durante décadas foi o cenário das grandes festas da corte portuguesa. Hoje, o Palácio Nacional e Jardins de Queluz continua a receber concertos, espetáculos, visitas, jardins premiados e uma das mais singulares tradições nacionais. Muito mais do que um palácio preservado, é um lugar que continua vivo.

A rainha-mãe  D. Maria Pia  (segunda à dt.ª) num passeio de bicicleta em  Sintra, em 1898
Susana Lúcio

Sintra, o resort da família real

Escolhida pela frescura no século XIV, a vila junto à costa Atlântica tornou-se residência dos monarcas portugueses durante o verão até à perda da independência. No séc. XIX ganhou fama mundial e foi palco de soirées, garden parties , piqueniques e jantares dançantes protagonizados pela alta sociedade.

O Palácio que nasceu de um sonho e se tornou símbolo de Portugal

Trinta anos depois da classificação da Paisagem Cultural de Sintra como Património Mundial da UNESCO, a série O Tempo de Sintra inicia com uma viagem ao lugar onde a imaginação ganhou forma em pedra, cor e floresta. O Parque e Palácio Nacional da Pena continua a ser um dos monumentos mais surpreendentes da Europa e um dos rostos mais reconhecidos de Portugal no mundo.

Sem marcações, hipótese passa por ir para a fila e tentar obter uma senha para ser atendido ou fazer quilómetros até outro serviço
Rita Rato Nunes

Bloqueio total. Lisboa sem agendamentos para renovar cartão de cidadão

No distrito de Lisboa não é possível marcar em nenhum concelho. No Porto e em Setúbal espera-se dois meses. Por falta de funcionários, há quem faça mais de 100 km para ter o documento de identificação. IRN diz que "tal não indica que o serviço esteja indisponível".

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Ljubomir Stanisic
Raquel Lito

A nova vida do chef Ljubomir Stanisic, em lume brando

Afastado das estrelas Michelin e dos restaurantes, o enfant terrible dos tachos refugia-se no seu monte alentejano, perto de Grândola. Caça, pesca, cozinha em modo primitivo e organiza eventos para pequenos grupos numa estrutura em forma de gaiola.

A fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807
Ana Taborda

A inédita fuga da família real para o Brasil

Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.

António Quaresma fotografado para a SÁBADO junto ao Mundo Fantástico da Sardinha Portuguesa, no Rossio, Lisboa
Tiago Carrasco

Das sardinhas em lata aos pastéis de bacalhau com queijo da Serra. Como António Quaresma criou um império

Foi pastor de ovelhas, vendeu sidra, deu aulas e deixou os lisboetas incrédulos quando associou sardinhas em lata a carrósseis e recheou pastéis de bacalhau com queijo da Serra. Hoje o seu grupo fatura 50 milhões de euros por ano com um modelo de negócio que cobra caro a turistas para redistribuir riqueza por pastores e artesãos. Até lhe chamam o Robin dos Bosques da Serra da Estrela.

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