De Sidónio Pais a Salazar: os atentados que fizeram a história de Portugal
Donald Trump foi alvo do terceiro atentado como presidente dos Estados Unidos da América. Por cá, também se conspirou e se tentou eliminar reis e chefes de Estado.
Donald Trump foi alvo do terceiro atentado como presidente dos Estados Unidos da América. Por cá, também se conspirou e se tentou eliminar reis e chefes de Estado.
O designer é também o responsável pelo logótio da CP e de vários álbuns icónicos da cena musical portuguesa.
Para o professor catedrático José Miguel Sardica, o início da revolução começou em 1961 e foi concluída com a adesão de Portugal à então Comunidade Económica Europeia, em 1986.
Os Mello fizeram uma revisão do protocolo com a quinta geração, Paula Amorim tem o filho mais velho a trabalhar com ela na Amorim Luxury, a ZU é liderada por um neto de Belmiro de Azevedo. Todos trabalharam fora primeiro, e a maioria teve experiências internacionais
Em "Casa dos Mortos", Maria José Oliveira divulga os testemunhos recolhidos pela comissão encarregue de investigar a ação da PIDE/DGS em Moçambique entre 1964 e 1974. Uma história de tortura e morte silenciada por mais de 50 anos.
Líder do Chega esteve esta segunda-feira num debate com o historiador Pacheco Pereira depois de André Ventura ter afirmado em Parlamento que houve mais presos políticos depois do 25 de Abril.
A possibilidade de Saramago deixar de ser obrigatório no 12º ano criou uma polémica que, por via indireta, puxou Mário de Carvalho para a discussão pública. Autor disse estar reconhecido e rejeita comparações com o Nobel.
"Ela foi interrogada, a certa altura pelo inspetor Sacchetti, que depois interroguei na Comissão de Extinção da PIDE", conta o jornalista.
Além de acompanhar a mãe nas visitas à prisão de Caxias, Miguel Sousa Tavares tinha a missão de a ajudar na redação das cartas e na "tradução" das mensagens enviadas pelo pai.
Depois do sucesso das edições anteriores, com Salazar, Sá Carneiro, Álvaro Cunhal ou Freitas do Amaral, a SÁBADO traz agora as biografias de Pinto Balsemão, Jorge Sampaio, Natália Correia e Cavaco Silva. A primeira é da autoria de Joaquim Vieira, que recorda aqui como o ex-primeiro-ministro reagiu mal à história do filho fora do casamento e à tragédia de Camarate
A vida de Benfica, a guerra do Ultramar, o hospital psiquiátrico onde trabalhou ou os mais que queridos irmãos são alguns dos temas que passam toda a literatura lobantuniana.
Trabalhou ao lado do produtor Paulo Branco durante mais de cinco décadas e a última colaboração entre ambos estreia em setembro: "Memórias do Cárcere".
Tenho a esperança de que um desses efeitos da esmagadora vitória do Presidente Eleito seja o de podermos voltar a debater, de uma forma racional e com razoabilidade, as soluções técnicas e políticas para os graves problemas do País que já existiam antes destas intempéries, mas que foram seriamente agravados com a eclosão das mesmas.
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Vieram de França a saber cultivar rúcula, compraram grandes herdades, participaram em caçadas com reis e infantes, fizeram-se barões em Salvaterra. Os seus descendentes foram campeões de ténis e de golfe, fizeram o Sporting e o BES, lançaram o turismo no Algarve – mas também cantaram ópera no Scala de Milão.
Ao contrastarmos o modelo português com os gigantes da inteligência europeia emerge uma assimetria profunda.