Trump diz que resolverá aquisição da Gronelândia "de forma branda" ou "de forma dura"
O líder norte-americano tem preocupado os aliados ao recusar-se a descartar o uso da força militar para tomar à Dinamarca este território autónomo, membro da NATO.
O líder norte-americano tem preocupado os aliados ao recusar-se a descartar o uso da força militar para tomar à Dinamarca este território autónomo, membro da NATO.
Em conferência de imprensa na Casa Branca, esta quinta-feira, o vice-presidente norte-americano, JD Vance lançou críticas aos jornalistas após uma pergunta sobre o caso da mulher que foi morta a tiro por um agente do ICE em Minneapolis.
Era um dos grandes focos de atenção desta sexta-feira, com os investidores a aguardarem a decisão do Supremo Tribunal dos EUA sobre a legalidade das tarifas impostas por Donald Trump.
O vice-presidente dos EUA comentou, esta quinta-feira, em conferência de imprensa na Casa Branca, o caso da mulher morta às mãos do ICE em Minneapolis, sublinhando que esta é “vítima da ideologia de esquerda”.
O chefe de Estado tem tentado demonstrar que está a responder às preocupações dos eleitores sobre a acessibilidade à habitação antes das eleições intercalares, em novembro.
EUA reitaram-se de cerca de 30 organizações das Nações Unidas, incluindo importantes organismos na área do clima.
Plano norte-americano implica, numa primeira fase, a refinação e a venda do petróleo venezuelano, seguindo-se a abertura às petrolíferas dos EUA e de outros países. Transição do regime é última etapa.
Após a captura do homólogo venezuelano, Nicolás Maduro.
Departamento de Segurança Interna dos EUA diz que a mulher tentou atropelar os agentes do ICE, mas a informação é desmentida pelo presidente da Câmara de Minneapolis.
Apesar de Moscovo ser afetado por estas ações militares, uma vez que parte do seu petróleo era proveniente da Venezuela, esta operação poderá jogar a seu favor. A captura de Maduro tornará mais difícil a possibilidade de outros países condenarem a sua ofensiva na Ucrânia.
Encontro deve acontecer na próxima semana, de acordo com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio.
O governo da ilha já solicitou uma reunião “urgente” para discutir “as reivindicações dos Estados Unidos” sobre o país.
Presidente adiantou que o dinheiro, que vai controlar pessoalmente, será usado "em benefício do povo da Venezuela e dos EUA".
Segundo foi revelado pela cadeia televisiva, ABC.
Em 2026 vamos saber se a Ucrânia vai sobreviver como país íntegro e soberano à agressão russa e à viragem politico-diplomática de Washington, com Trump na Casa Branca. Vamos também saber se os líderes europeus estarão à altura do desafio tremendo que já atravessam e se vão ser capazes de falar verdade ao seus eleitores sobre o que verdadeiramente está em causa: defender a Ucrânia, fazer sacrifícios que não pensávamos ser necessários e projetar uma nova arquitetura de Segurança que não dependa dos EUA. Não será coisa pouca.
Informação foi adiantada pela Casa Branca que sublinhou ainda que essa anexação poderá envolver as Forças Armadas dos Estados Unidos.