Trump recebe ameaças do Irão e muda de avião para regressar aos EUA após cimeira da NATO
O novo Air Force One, oferecido pelo Qatar, ficou no Reino Unido.
O novo Air Force One, oferecido pelo Qatar, ficou no Reino Unido.
Desde que Donald Trump regressou à Casa Branca, as relações transatlânticas sofrem de uma constante arritmia: ora batem forte; ora batem fraco. Esta semana, na Cimeira da NATO em Ancara, não foi diferente com o presidente americano a dar umas no cravo e outras na ferradura dos seus aliados.
Trump continuou a falar sobre o incidente sem corrigir o erro e cometeu outras gafes durante os discursos, como referir-se a Zelensky como "Presidente Putin" e a pronunciar o nome da rede social "TikTok" como "TicTac".
O antigo líder supremo do Irão Ali Khamenei vai ser sepultado esta quinta-feira, quatro longos meses após a sua morte e seis dias de cerimónias fúnebres. Mas na história encontramos outros casos de espera prolongados, entre a morte e o funeral.
Desde o início da guerra que o líder ucraniano pede que sejam enviados para o país mísseis Patriot e mais recentemente Zelensky passou a pedir uma autorização para fabricá-los.
Donald Trump perdeu a narrativa. O Irão foi um desastre, o Supremo já lhe tinha travado as tarifas e agora travou-lhe o ataque aos filhos de imigrantes nascidos nos EUA, a inflação que não para de subir. Claro que há sempre aqueles 30 e poucos por cento que abdicaram de pensar pela própria cabeça, mas a sangria nos independentes, nos jovens, nos latinos e nos negros é evidente. Tivessem votado com mais consciência: os sinais estavam todos lá.
A Casa Branca tornou-se uma máquina de fazer dinheiro. A família do Presidente tem ganho milhões em criptomoedas, imobiliário e até em bíblias e chapéus.
Depois de Washington ter classificado dois grupos criminosos do país como organizações terroristas.
Relação próxima dos dois líderes tem colocado em causa a neutralidade política da FIFA.
Garrincha, o mágico da perna curta, foi suspenso na meia-final do mundial de 1962. Mas pressões do presidente Chileno, da associação brasileira de futebol e um suborno fizeram com que pudesse jogar a final.
Vários meios de comunicação social avançam que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu ao presidente da FIFA, Gianni Infantino, que fosse retirada a suspensão a Balogun.
Sophia Cai, repórter norte-americana do 'Politico', revela os bastidores da anulação da suspensão ao jogador, que agora vai poder defrontar a Bélgica nos quartos de final do Mundial.
Casa Branca terá contactado diretamente a FIFA e Gianni Infantino para que a revisão fosse feita
Balogun vai poder defrontar a Bélgica nos quartos de final.
A reunião ocorre num momento em que a invasão russa à Ucrânia já dura há cinco anos.
O historiador australiano aceitou o desafio de escrever um livro que conta a história dos Estados Unidos vista por alguém que não um norte-americano.