Concentrações de apoio e contra Lula da Silva em frente ao Palácio de Belém
Na manifestação convocada pelo Chega contra a presença do Presidente do Brasil em Lisboa gritou-se pelo partido e também pelo seu líder, André Ventura.
Na manifestação convocada pelo Chega contra a presença do Presidente do Brasil em Lisboa gritou-se pelo partido e também pelo seu líder, André Ventura.
Partido de André Ventura convocou uma concentração junto ao Palácio de Belém, em protesto contra a visita do chefe de Estado brasileiro.
Foi um relatório elaborado entre janeiro e junho de 1976 e denunciou centenas de abusos cometidos por forças militares e civis que incluem ainda prisões arbitrárias, mandados de captura passados em branco e até tortura de detidos.
Primeiro-ministro voltou a ser alvo de críticas por parte de André Ventura e anunciou três novas medidas de apoio aos portugueses.
Líder do Chega esteve esta segunda-feira num debate com o historiador Pacheco Pereira depois de André Ventura ter afirmado em Parlamento que houve mais presos políticos depois do 25 de Abril.
Durante o discurso de André Ventura na sessão solene os 50 anos da Constituição da República Portuguesa, os deputados constituintes saíram da Assembleia da República. Aguiar Branco foi obrigado a intervir e voltou a dar a palavra a André Ventura.
André Ventura diz que o partido vai avançar com "propostas próprias e autónomas" sobre o tema.
Rui Gomes da Silva e Fernando Silva são dois dos nomes avançados por André Ventura.
Portugal optou pela estratégia infantil: fazer de conta que André Ventura, no imortal papel de bicho-papão, pode desaparecer pela força do pensamento mágico.
Líder do Chega diz que o partido escolheu o juiz desembargador Luís Brites Lameiras, "um homem de diálogo e bons valores".
Primeiro-ministro e o secretário-geral do PS reuniram-se na quarta-feira ao final da tarde para discutir o impasse nas eleições para os órgãos externos do Parlamento.
Ação inicial foi interposta por seis queixosos
O presidente do Chega disse, em entrevista exclusiva ao NOW, que a reforma da lei laboral é um "fracasso" e que o responsável por isso é o primeiro-ministro. "Esta lógica, de estar sempre a governar assim, a procurar encostar os outros à parede, talvez tenha funcionado com Cavaco Silva nos anos 80, mas o mundo mudou, o país mudou e as pessoas hoje têm mais informação", considerou.
André Ventura afirmou, em entrevista exclusiva ao NOW, que o governo devia devolver parte dos impostos dos combustíveis aos portugueses, na sequência do aumento do preço devido ao bloqueio do estreito de Ormuz. O líder do Chega acrescenta que Portugal é dos países que mais cobra impostos nos combustíveis. "Em Portugal, 50% do que pagamos em combustíveis é impostos. Só em Portugal é que isto acontece", criticou.
António José Seguro, antigo secretário-geral do PS, foi eleito Presidente da República na segunda volta das eleições presidenciais, em 08 de fevereiro, com mais de 3,5 milhões de votos, um número recorde, 66,84% dos votos expressos, contra André Ventura, presidente do Chega.
Teresa Morais logrou algo de ganho imediato: fazer cair a nova máscara de André Ventura. Desde as eleições presidenciais que o “grande líder da direita” tentava criar uma nova persona ou mudar de maquilhagem para conservar o eleitorado moderado que granjeou na segunda volta das eleições presidenciais.