Mundial'2026: Resultados e classificações
Prova decorre até 19 de julho no Canadá, EUA e México.
Prova decorre até 19 de julho no Canadá, EUA e México.
Encarnadas conquistaram troféu pela 8.ª vez.
Venceu o terceiro jogo da final dos play-offs
Os Mundiais da Rússia e do Qatar foram "comprados"? Estes torneios assistiram à implantação definitiva da tecnologia, comprovaram a crise do futebol italiano e a previsão de que poderiam ser os palcos da despedida de Messi e Ronaldo - mas eles teimam em continuar.
Na África do Sul, Portugal registou a sua maior goleada em Mundiais; e um lance polémico no Alemanha-Inglaterra abriu a porta à tecnologia no futebol. Já o Mundial 2014 trouxe um pesadelo para os brasileiros - e mais uma mordidela de Suárez.
O Mundial chegou à Ásia em 2002, onde vigorou o "Golo de Ouro" - e que levou ao despedimento de um coreano. Já o Alemanha 2006 assistiu à estreia de Ronaldo, teve um recorde de cartões e disse adeus a Zidane - com a surpreendente agressão a Materazzi.
Em 1994 houve Diego, mas também o Maradona dos Cárpatos e o Maradona do Deserto. E a triste história do colombiano Escobar. Já o Mundial 98 teve em Zidane o protagonista, sobrepondo-se ao brasileiro Ronaldo Fenómeno, que viveu um episódio assustador na véspera da final.
Golos da Seleção Nacional foram marcados por Gonçalo Guedes e Bruno Fernandes.
O México 86 viu nascer um ídolo, com El Pibe a arrasar a Inglaterra. Quanto a Portugal, correu tudo mal, no que ficaria conhecido como "escândalo Saltillo". O Itália 90 foi dos mais soporíferos, mas houve um raio de sol: Roger Milla. Foi também a primeira vez uma equipa (Argentina) não marcou na final.
Em 1978, o Brasil não ganhou mas proclamou-se "campeão moral". A França teve de jogar com camisolas verdes às riscas e houve um golo anulado com a bola "no ar". O Espanha 82 teve um campeão de empates, o recorde de 10-1, a estreia dos penáltis e um sheik a contestar o árbitro.
Em Lisboa, além dos Santos Populares, há concertos e peças de teatro para ver e novos cocktails e petiscos a provar. Em Guimarães, um restaurante renova-se. E em Penafiel, a indústria da moda chega ao palco.
O Mundial 1970 teve o génio de Pelé, as primeiras substituições, a estreia dos cartões e os golos de Jairzinho. Já 1974 trouxe a Laranja Mecânica e a classe de Cruijff, as peripécias do Zaire, a façanha do Haiti e dólares suspeitos.
Em 1962, Garrincha foi expulso antes da final, mas foi salvo por um desaparecimento misterioso. Já em 1966, onde brilhou o Pantera Negra, a taça também levou sumiço, mas um nariz farejador encontrou-a.
Em 1954, Espanha e Turquia não decidiram quem se apurava (após três partidas), e tudo se resolveu com um sorteio. Em 1958, o satélite russo Sputnik ajudou a que os jogos dessem na televisão.
Em 1938, Leónidas tinha uma chuteira na mão quando o guarda-redes da Polónia escorregou e ele fez um golo que hoje seria anulado. Houve ainda peripécias com a Alemanha nazi, com Mussolini e um esconderijo improvável durante a II Guerra Mundial.
Em 1930, França, Roménia, Bélgica e Brasil chegaram ao Uruguai no mesmo barco. Muitas seleções recusaram participar porque os jogadores, amadores, não podiam faltar aos empregos. Em 1934, o Uruguai, em retaliação pelas ausências dos europeus, não viajou para Itália. Foi a única vez que um campeão mundial não foi defender o título.