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UGT não se compromete com aumento do salário mínimo

Em entrevista, Carlos Silva salientou que subida do salário mínimo nacional depende da "realidade da economia". Já o chumbo da TSU no Parlamento "não esvazia a Concertação [Social], mas põe a Concertação condicionada". Mas é uma realidade que se tem de aceitar, conforma-se o líder sindical

O líder da UGT não se compromete com um aumento certo do salário mínimo nacional em 2018. "Vamos aguardar até ao fim do ano para ver que condições é que há para avançar com o acordo que o PS sufragou com o Bloco de Esquerda para passar para os 580 euros", afirmou Carlos Silva em entrevista ao Público. "Isso é naturalmente uma decisão política que terá de responder à realidade da economia. Isso só vamos ver no final do ano."

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