Novembro promete ser um mês de luta com várias greves e manifestações agendadas
Agenda reúne sindicatos e movimentos cívicos, que têm vindo a ganhar expressão.
Agenda reúne sindicatos e movimentos cívicos, que têm vindo a ganhar expressão.
Agentes que dispararam para matar, bastonadas em manifestantes e comerciantes e cães-polícia sem saber quem atacar. Tudo isto aconteceu nos protestos mais violentos da democracia portuguesa.
Entre as ações hoje anunciadas está "uma grande manifestação nacional" a realizar em Lisboa no dia 21 de novembro, bem como uma concentração em frente à Assembleia da República no dia 24 de novembro
A carga noturna revelou uma componente política, os polícias que nela participaram com contentamento vêm do mundo das redes sociais, de movimentos de extrema-direita infiltrados na PSP, que olham para aqueles manifestantes como escória da sociedade, a “esquerdalha”.
A SÁBADO ouviu dois juristas, Teresa Violante e Jorge Bacelar Gouveia, sobre uma das questões que mais tem sido discutida desde o início das acampadas pela habitação. Apesar de reconhecerem que podem ambas coexistir acreditam que há espaço para clarificação.
Advogados, juristas, estudantes de Direito e outros profissionais da Justiça manifestam “profunda preocupação perante os discursos e práticas que, nos últimos tempos, têm colocado em causa o pleno exercício dos direitos de reunião e manifestação".
Dirigente sindical espanhol defendeu que a luta pelo direito à habitação “é internacional” e que deve haver unidade de ação.
"É disto que se alimenta o populismo, a radicalização e a descrença na política", alerta o ex-ministro do Ambiente no governo social-democrata entre 2013 e 2015.
O dia de sábado ficou marcado por protestos um pouco por toda a Europa. Só em Lisboa, a organização contou cerca de "25 mil egoístas" que desceram a Avenida da Liberdade para protestar contra o Governo de Montenegro. Foram erguidos cartazes, ouviu-se o "Grândola, Vila Morena" e no final, voltou-se a montar tendas, quer em Lisboa quer no Porto.
Centenas de pessoas estão reunidas na Praça D. Pedro IV pela sexta noite consecutiva.
Contra o aumento do custo de vida e em defesa dos salários, pensões, educação, proteção social e habitação, a CGTP confessa ter intenções de convocar uma greve geral.
Patrões não veem razões "plausíveis" para o reforço do salário mínimo que as centrais sindicais reivindicam.
A ideia surgiu na Acampada de Lisboa e teve eco em Espanha, onde já há uma paralisação marcada. A CGTP foi contactada.
Os sindicatos reivindicam aumentos salariais superiores ao previsto para acompanhar o aceleramento da taxa de inflação.
A inquilina paga 724 euros de renda e diz que sempre pagou. Mas os proprietários colocaram uma ação judicial contra si e a decisão do tribunal chegou há poucas semanas.
Foi promovido um protesto em defesa das políticas de habitação com o nome “Não dá mais? Então monta a tua tenda!”.