Seis detidos após manifestação na greve geral presentes a tribunal na sexta-feira
Os seis detidos são cinco homens e uma mulher. São suspeitos da prática do crime de resistência, coação e ainda dano.
Os seis detidos são cinco homens e uma mulher. São suspeitos da prática do crime de resistência, coação e ainda dano.
Cinco detidos, com idades entre os 22 e os 24 anos, permanecem sob custódia nas instalações da PSP. Enfrentam acusações de resistência e coação sobre funcionário.
Sindicato diz que a "massiva adesão" demonstra que "os enfermeiros, de todos os setores rejeitam o pacote laboral".
O antigo primeiro-ministro defendeu que é preciso "mudar de atitude", falando em termos gerais, mas incluindo "quem está no Governo".
Alguns dos manifestantes atiraram garrafas de vidro aos polícias e lançaram petardos e focos de fumo.
No final da tarde desta quarta-feira, junto às imediações da Assembleia da República, em Lisboa, um grupo de manifestantes voltou a bloquear a circulação rodoviária após a manifestação promovida pela CGTP ter terminado.
A polícia de intervenção foi chamada para o local. Manifestantes atiraram garrafas de vidro contra os agentes.
O primeiro-ministro fala de um índice de "adesão muito reduzido" no setor privado e na administração pública rondará "os 23%". Quanto ao diploma que já está no Parlamento, espera que possa ser "enriquecido" com os contributos dos partidos da oposição.
A greve geral convocada pela CGTP para esta quarta-feira está a afetar fortemente a maioria dos serviços públicos, com efeitos a prolongarem-se até quinta-feira.
Há autocarros, comboios e voos suprimidos.
A normalização do serviço está prevista para as 06:30 de quinta-feira.
O secretário-geral do PCP disse ainda que a greve geral será uma afirmação de um "não à precariedade, há desregulação das horas de trabalho" e de um "sim aos direitos e à estabilidade".
Normalização do serviço está prevista para as 6:30 de quinta-feira.
O Tribunal Arbitral decidiu, por maioria, "não fixar serviços mínimos de transporte fluvial de passageiros a assegurar pela Soflusa/TTSL".
Há cada vez mais adesão à greve geral marcada para esta quarta-feira, 3 de junho.
O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, rejeita que a greve geral convocada para quarta-feira seja extemporânea, recusando "correr atrás do prejuízo", e reitera que cada central sindical será responsabilizada "pelo caminho que decidiu seguir".