Ministra do Trabalho assegura que versão final da proposta será enviada à CGTP
Rosário Palma Ramalho disse que se não houver acordo com os parceiros o documento submetido ao parlamento será um meio termo.
Rosário Palma Ramalho disse que se não houver acordo com os parceiros o documento submetido ao parlamento será um meio termo.
A intersindical assegurou que nenhum processo é válido sem o seu acordo.
O Museu Nacional Soares dos Reis, por exemplo, está hoje "parcialmente encerrado".
Manifestação contra a reforma laboral realizou-se esta sexta-feira em Lisboa e juntou políticos de vários partidos. O BE garantiu que "a versão entregue é mais grave do que a anterior". Já o PCP acusou o Governo de "tentar impor pela janela aquilo que não conseguiu pela porta".
Sob o mote "Abaixo o Pacote Laboral! Aumentar salários, garantir direitos, é possível uma vida melhor", a manifestação terá início pelas 14h30 no Saldanha e termina na Assembleia da República.
Newsletter de dia 17 de abril
Proposta apresentada pelo Governo foi chumbada por "unanimidade". Segundo a CGTP, encontra-se no documento "tudo o que é a degradação das condições de vida de quem trabalha". Aos jornalistas a ministra não se mostrou, porém, aberta para continuar com este processo. "Terminará nos próximos dias".
Apesar do 'chumbo', o órgão executivo máximo da UGT a ministra do Trabalho apelou à continuação do processo negocial em sede de Concertação Social.
Esta reunião acontece depois de o secretariado nacional da UGT ter votado contra a proposta de revisão da legislação laboral apresentada pelo Governo.
Leitão Amaro esclareceu que esta porta aberta se refere ainda à fase de negociação na concertação social, dizendo ter ouvido notícias dos vários parceiros sociais de que há vontade de continuar a negociar.
A central sindical considera que a proximação negocial é "insuficiente".
Nos últimos meses, o Governo tem reunido com a UGT e com as quatro confederações empresariais, deixando a CGTP de fora dos encontros.
Nos últimos meses, o Governo tem optado por reunir-se com a UGT e com as quatro confederações empresariais, deixando a CGTP de fora dos encontros.
Vários jovens participaram num protesto e dizem ser contra o pacote laboral que consideram "grave".
Esta terça-feira decorreu mais uma reunião no Ministério do Trabalho, em Lisboa.
Armindo Monteiro espera concluir "este processo hoje" e disse que "assim que terminar este processo" a confederação vai propor "um plano" de rendimentos para aumentar os salários.