PCP diz que alterações no pacote laboral continuam a ser uma "declaração de guerra aos trabalhadores"
Partido exigiu a retirada da proposta laboral.
Partido exigiu a retirada da proposta laboral.
Os bastidores do pacote laboral, o Estreito de Ormuz, os Óscares e uma série sobre sororidade
Erros políticos, greve e um novo ator: como a UGT, que representa um número residual dos traba lhadores do privado, ganhou protagonismo nas negociações da reforma laboral
Palma Ramalho indicou ainda que a discussão está agora em torno de "10 a 15 normas", que são "muito importantes", escusando-se, no entanto, a detalhar "o conteúdo" das medidas em causa.
António José Seguro já tinha defendido que o país precisa de "um acordo equilibrado" em matéria de legislação laboral.
Esta terça-feira Hugo Soares apelou ao secretário-geral do PS que peça à UGT para voltar à mesa das negociações sobre o pacote laboral em vez de “decretar a morte do diálogo social”.
As confederações patronais concluíram esta segunda-feira que não há condições para acordo com a UGT e o Governo. As posições estão afastadas, independentemente de novas tentativas. O que implica a falta de acordo em concertação social?
O dirigente do PSD criticou José Luís Carneiro por ter hoje exigido ao primeiro-ministro explicações sobre a aparente falta de acordo.
Manuel Castro Almeida explica que "se não há acordo não é por falta de vontade" do Executivo.
As negociações sobre o pacote laboral terminam sem acordo pela ausência de entendimento com a UGT.
O governo parece preso num “pântano”, sem iniciativa política e a reboque dos acontecimentos. Como se tivesse sumido a tensão inicial ou tivessem, simplesmente, esgotado as ideias que tinham. De lá para cá, reduz-se à gestão corrente e nem nisso são bons.
Perante as críticas da CGTP e da UGT, o executivo entregou à UGT uma nova proposta com algumas cedências e novas medidas, mas reiterou que não está disponível para retirar toda a iniciativa, nem para deixar cair as traves mestras das alterações anunciadas.
Rosário Palma Ramalho reconhece, todavia, que ainda há muito trabalho a fazer.
Na quarta-feira, a ministra do Trabalho tinha convocado a UGT e as confederações patronais para uma reunião, mas o encontro acabou por ser realizado sem a presença de representantes sindicais.
A ministra do Trabalho convocou a UGT e as quatro confederações empresariais para uma reunião na segunda-feira de manhã.
Segundo o ministério liderado por Rosário Palma Ramalho, "o convite já foi aceite pela UGT".