Presidenciais: 250 figuras "não-socialistas" lançam carta aberta de apoio a Seguro
Sublinham que André Ventura não os representa.
Sublinham que André Ventura não os representa.
Datas foram aprovadas por unanimidade.
Na intervenção de abertura da reunião desta manhã da Comissão Política Nacional do PS
Candidato mostrou-se feliz com os apoios que tem vindo a receber de vários quadrantes políticos, mas reforçou que no dia das eleições é preciso ir às urnas.
Está também prevista uma análise da situação política e uma intervenção aberta do secretário-geral.
A opção encontrada, não declarar apoio formal a nenhum dos candidatos, é, paradoxalmente, a única racional.
PSD e CDS abstiveram-se no projeto apoiado por 42,5 mil cidadãos para alargar a licença parental. Todos os outros partidos votaram favoravelmente.
“Não faz sentido aprovar isoladamente esta iniciativa”, quando há um processo de “diálogo” com os sindicatos e associações patronais, diz deputada do PSD. Todos os outros partidos se mostram a favor da iniciativa que alarga a licença parental a seis meses e a 100%, sem partilha.
Luís Vargas, autor da página "Volksvargas", recebeu €75 mil na câmara de Lisboa liderada por Fernando Medina. É parceiro de Vasco Mendonça, também ligado ao PS, que fez campanhas para António Costa
No domingo, António José Seguro e André Ventura foram os mais votados na primeira volta das eleições para o Palácio de Belém e vão disputar a segunda volta, em 08 de fevereiro.
Sob gritos de "A 8 de fevereiro, Ventura é primeiro", o candidato apoiado pelo Chega insistiu que os partidos do "sistema" estão a dificultar o voto dos emigrantes.
Quem saiu verdadeiramente derrotado foi o PSD enquanto partido e o Governo enquanto projecto.
"Se me dessem um boletim com André Ventura e Marques Mendes, eu votaria Marques Mendes. Se me dessem um boletim com João Cotrim de Figueiredo e André Ventura, eu votaria também em João Cotrim de Figueiredo", garantiu o socialista André Pinotes Baptista. Já Paulo Núncio, do CDS-PP, defende: "Nunca votei num candidato presidencial de esquerda no passado. Não vou votar num candidato presidencial de esquerda nestas eleições".
Luís Vargas tem 48 anos e é designer. Assumidamente de esquerda, há mais de dez anos que faz vídeos e montagens que visam os políticos de direita. Luís Montenegro não gostou de um post e anunciou processo.
A ministra defendeu que "é preciso ter mais atenção, cuidado e exigência nas escolas", na avaliação inicial que se faz aos novos candidatos.
"No parlamento e no plano legislativo, não há uma dicotomia, não há dois campos, não há só uma oposição", afirmou.